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domingo, 31 de julho de 2011

De perto...ninguém é normal????


A Esquizofrenia relacionada a insights religiosos



Minha mente curiosa me fez relacionar os insights de pseudos possessões acompanhadas de respectivos "exorcismos" das Igrejas "Evangélicas" a sintomas de Esquizofrenia paranóide.
A Esquizofrenia é retratada como uma desorganização dos processos mentais.
A citação da Wikipedia, a Enciclopédia livre, Esquizofrenia é retratada como:

"... A esquizofrenia (do grego σχιζοφρενία; σχίζειν, "dividir"; e φρήν, "phren", "phrenés", no antigo grego, parte do corpo identificada por fazer a ligação entre o corpo e a alma, literalmente significa "diafragma"[1]) é um transtorno psíquico severo que se caracteriza classicamente pelos seguintes sintomas: alterações do pensamento, alucinações (visuais, sinestésicas, e sobretudo auditivas), delírios e alterações no contato com a realidade. Junto da paranoia (transtorno delirante persistente, na CID-10) e dos transtornos graves do humor (a antiga psicose maníaco-depressiva, hoje fragmentada na CID-10 em episódio maníaco, episódio depressivo grave etranstorno bipolar), as esquizofrenias compõem o grupo das Psicoses[2]
É hoje encarada não como doença, no sentido clássico do termo, mas sim como um transtorno mental, podendo atingir diversos tipos de pessoas, sem exclusão de grupos ou classes sociais.
De acordo com algumas estatísticas, a esquizofrenia atinge 1% da população mundial,[3]manifestando-se habitualmente entre os 15 e os 25 anos, com proporção semelhante entrehomens e mulheres, podendo igualmente ocorrer na infância ou na meia-idade."



Como de perto ninguém é normal,assim  diria Veloso, e como a Psicologia é uma Ciência que está engatinhando nos domínios da mente humana, cabe aqui ressaltar que as orientações espirituais diagnosticadas nesses templos, devem ser assessoradas por psicólogos, pois o que a Igreja entende como possessão demoníaca não é mais do que um caso de transtorno mental que deve ser acompanhado por especialistas na Área da Psicanálise , inclusive com medicamentos.


Se é um caso para ser tratado como desvio mental, o tratamento espiritual não vai resolver, inclusive porque, a Luz da Ciência, precisar o que é espiritual, carece de fundamentos científicos e provas concretas.


Tais questões entre o sagrado e o profano, remetem a Idade Média, lembrando tempos de caças a bruxas, e urge a intervenção do Estado.


Fonte: 


http://pt.wikipedia.org/wiki/Esquizofrenia






sexta-feira, 29 de julho de 2011

Ateus

Ateus são vítimas de preconceito

Ontem, eu estava lendo no "Alcorão" que os incrédulos são, pela sua natureza, selados para Deus para que não creiam, já que, de acordo com suas condutas, estão sujeitos a esse tipo de postura.
Não quero entrar no mérito se são ou não merecedores da Graça da Fé em sua Salvação, porque quem julga é o Criador, o Arquiteto do Universo.
Humildemente, reconheço, que nas minhas lutas e embates, comecei a criar a casca do ateísmo, até o ponto em que senti novamente a presença do Espírito Santo de Deus sobre meus ombros e minha cabeça.
Uma experiência que transcende as humanas e não posso expressar em palavras.
Porém, pelas construções humanas, que são as escolas democráticas, a liberdade de expressão, a ética e a moralidade, os ateus são livres para expressarem a sua falta de Fé e tem razões abundantes para isso.
Pois enxergam o mundo de acordo com as suas construções psíquicas e orgânicas e não há nada que possa convencê-los do contrário.
Como um tribunal, eles são livres para expressarem sua opinião.
Analisando toda essa situação, o que eles não conseguem refletir é sobre a presença do anticristo no mundo.
O anticristo, seja de que forma se expressa, rouba a Fé e coloca o ser humano de volta as suas paixões , levando-os para bem longe da Graça de Deus.
Deus, Javé, Jeová, e mais o nome secreto que ninguém conhece.
Não posso concordar com guerras que envolvem religião e Fé, creio ser inútil tais discussões, pois o encontro com a veracidade da existência de Deus é algo único que não se limita ao cognitivo, nem ao psíquico.
É uma experiência pessoal, de Deus para o ser humano.
"Não fostes vós que me escolhestes, foi eu que escolhi a vós..."(João, 15; 1:6).
Se acaso Deus quiser escolher algum ateu ou agnóstico para ser do seu rebanho, Ele o fará, pois nós somos os vasos de barro na mão do oleiro.
Discussões e preconceitos são inúteis.
Creio ainda que se Jesus veio salvar os pecadores e não os remidos, (pois eles já estão salvos)o trabalho que alguns cristãos sérios tem feito vai fazer com que ateus e agnósticos reflitam e num momento de aproximação do que é Sagrado ao que é humano, de acordo com a Vontade de Deus, única e soberana, haverá conversão e salvação para todos eles.
E poderão dizer: "Hoje a salvação entrou na minha casa"

 “Hoje a salvação entrou nesta casa, porque também este homem é um filho de Abraão. Com efeito, o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido”.(Lc, 1:9-10).
Não existe nada mais gostoso do que sentir a Salvação e a Luz que vem de Deus.
Que Javé abençoe os ateus.




quarta-feira, 27 de julho de 2011

O padre e a moça


O Padre e a Moça

Existem elementos rompendo a Ordem estabelecida desde a infância, que observei ocorrer na minha vida.
O padre, que me batizou na Igreja Católica, na idade de 07 anos de idade alguns anos depois, abandonou a batina para se casar.
Hoje, ao ver uma relação afetiva possível entre um padre e uma paroquiana  acontecer em uma Novela global, imagino que a subversão e a inversão de valores, talvez para dar IBOPE, seja marca registrada nas novelas.
Nesse tempo de padres cantores, padres showmans, alguns pedófilos, me imagino no lugar de uma criança.
Quando eu fui batizada, os valores que permeavam a minha vida eram bem rígidos e estabelecidos não por uma religião evangélica repressiva, mas pela própria Igreja Católica.
Quando o Padre se casou, começou a correr na área rural boatos e lendas sobre a maldição estabelecida sobre padres que casam e mulheres que se apaixonam por eles.
Antes disso, eu já estava desconfiada da falibilidade dos preceitos humanos, entre o sagrado e o profano, porque a minha catequista tinha ido fazer a aula de catecismo com uma baita mancha roxa no pescoço, resultado da paixão do seu namorado.
Quando o Padre se casou, eu desenvolvi um ceticismo sobre os valores religiosos e a minha revisão sobre os dogmas da Igreja começaram a partir daí.
Comecei a especular as frases que eu lia no Apocalipse, e relacioná-las as idéias do Deus bom e misericordioso que a catequista me mostrava.
Eu tinha medo do fim do mundo na época e achava que o mundo iria acabar de um momento para o outro.
E ficava magoada com Deus, porque se Ele era Bom e Misericordioso, porque Ele iria destruir o mundo?
Uma criança no mundo de hoje, bombardeada por todos os lados pelo sagrado e pelo profano, deve sentir-se muito confusa e estabelecer as bases para a construção sadia da sua Identidade, deve ser a coisa mais complicada para ela.
No meu tempo, os valores eram rígidos: “homem com homem dá lobisomem”, “mulher com mulher dá bicho no pé”.
Mulher que casa com padre vira mula-sem-cabeça.
As crendices populares, temperadas pelo sincretismo religioso, dogmas, rituais de exorcismo, mediunidades no Centro Espírita, Entidades descendo no terreiro de umbanda. São coisas que eu vivenciei.
Tudo eu observei e tirei de todas essas experiências, o que eu considero o mais importante: a Salvação em Jesus Cristo, que não é uma alegoria, um mito, uma construção humana;
Respeito todas as religiões e me reservo em fazer de meu coração um templo para o Sagrado, que transcende as meras construções humanas, evitando determinadas situações.
Gostaria de fazer um alerta para os autores de novelas, pelos excessos que vem cometendo nas suas novelas para alavancar a audiência a todo custo.
Os adultos conseguem lidar com a situação e fazer as devidas distinções do que é real e o que é imaginário.
As crianças, essas não.
Para combater a Homofobia, não precisamos produzir um comportamento apto a homossexualidade, quase como uma tendência.
Parto do princípio que o nosso construto vem em parte do que herdamos em nosso lar, e em parte o que o meio nos acrescenta.
Os abusos que a Globo vem cometendo, traz, por  por último, a relação possível entre um padre e uma paroquiana.
Como ficará a cabeça de nossas crianças?
O mundo  será para a criança um lugar possível para que ela construa valores tão necessários a sua sanidade e personalidade?

terça-feira, 26 de julho de 2011

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Tolinha

O apoio que a Presidenta Dilma, (pela sua postura de fazer a Faxina no DNIT),  está tendo de alguma parte da população,  não está fundamentado, como nos afirma Igor Gielow, em acreditar que ela é 100% ética e moral, numa metáfora doméstica.
Todos e todas estamos carecas de saber que as relações de figuras públicas e políticas, perspassam e estão contaminadas por interesses escusos e ninguém pode atirar a primeira pedra.
A maioria  tem telhado de vidro e acreditamos mesmo que a pescaria é seletiva, tipo coisa para "inglês ver", como nos tempos em que a escravidão começou a ser abolida, (pois ficava mais caro ter um escravo)  e a Inglaterra, hipocritamente, começou a apoiar as políticas anti-escravistas.Já é alguma coisa.
Tudo é imagem e a imagem tem que ser vendida, mas a Presidenta deixa, na história desse país, atos heróicos que enchem de orgulho as mulheres conscientes de seu poder e de sua  limitação.
Dilma não manda sozinha e a faxina pode até prejudicá-la do ponto de vista político, pois , imagino que as bases aliadas e partidárias vão puxar as rédeas do seu Poder no devido tempo.
Lembremos que se Dilma não quiser se  fazer por si própria e continuar atrelada ao padrinho Lula ela vai dançar conforme manda a música da Base partidária.
Talvez por isso, Marina se desfiliou do PV.
Na verdade, esse termo "faxina", já está comprometido com uma imagem de mulher dona de casa: faxina, metáfora "doméstica", e outros termos que reduzem a mulher a sua condição de subjugação e inferioridade.
Inclusive, o nosso ilustre Ferreira Gullar, escreveu na Ilustrada que o Brasil ... não tem presidente.
Já é tempo de situar a figura feminina em outro patamar e libertá-la dessas correntes sexistas.
Entre essas e outras, esse é o Brasil.
Caminhando e evoluindo , deixando para trás os preconceitos de Gênero e colocando a palavra feminina dentro de uma perspectiva certa.
Ao apoiar Dilma não estou sendo tolinha.
Apoio-a, como cidadã consciente do seu voto, por duas coisas: ela é uma mulher que pensa e ela tem coragem.



A menina que caminhou para a Morte






A menina que caminhou para a morte

Ao ler sobre a morte de Amy Winehouse, eu fico um pouco revoltada.
Porque ninguém impediu a sua morte?
Sua mãe diz que sua morte era inevitável.
Como assim?
Rehab traduzida mostra que ela não queria ser internada.
Mas alguém, nas condições de Amy, teria opções entre o certo e o errado?
Internam e pronto.
A não ser, conhecendo a Natureza humana do jeito que eu conheço, se houvesse pessoas interessadas na sua morte, para ficar com o seu patrimônio pessoal, inclusive um disco que não chegou a ser gravado, porque tinha muito de reggae e pouco de soul.
O dinheiro enlouquece as pessoas.
Ao olhar para Amy, eu vejo uma menina, como muitas outras, aos cinqüenta, aos setenta, ainda tentam fazer aquilo que só faz uma menina “boazinha”.
Talvez, a falecida quisesse se libertar dessa condição. Talvez achasse que sendo uma celebridade, poderia fazer o que quisesse fazer.
E o seu pai, que iria lançar um disco a custas do sucesso da filha, cancelou o show, quando foi comunicado da morte da filha.
E tinha alguém lá, quando ela realmente precisou de alguém para ampará-la?
Amy não sabia o que fazia.
As pessoas que a cercavam também não.
Caminhou para a morte, a passos largos, se envolvendo com drogas ilícitas e se deteriorando com voracidade.
Era uma alma atormentada, a procura de Paz.
Ao olhar para Amy, lembro-me de Dri, cujo apelido é trocado, para preservar a Identidade.
Dri pinta os olhos como Amy, talvez seja o seu ídolo.
Dri tem rompantes de rebeldia, como toda adolescente, seu raciocínio rápido e atordoante, faz com que ela descubra soluções para os problemas na sala de aula.
Vai, inclusive, na escola, com os olhos pintados como Amy, canta o tempo todo, com uma voz abençoada e talentosa.
Perguntei a Dri  se ela não queria se arriscar, tentar participar de um Concurso musical.
Mas ela não me deu resposta e ficou pensativa, talvez tentando atribuir valor a sua voz, magnífica, e pensando o que poderia fazer a respeito.
Insegura, como todo jovem.
Mas Dri trabalha na escola, está estudando, se preparando para o futuro, de uma forma correta.
Amy não gostava da escola.
Dri  gosta e lida com crianças.
Ente uma menina e outra, que pintam os olhos a mesma maneira, há uma diferença: a formação que seus pais dão.
Dri, com toda a confusão e revoltas, típicas de adolescente, com alguns conflitos com a mãe, que não deixa ela fazer tudo o que quer, caminha para a vida. A vida plena, de significados, que vai lhe assegurar uma profissão, para sua sobrevivência.
Amy caminhou para a morte.
Ganhou mais dinheiro do que pode, não soube nem o que fazer com o dinheiro que ganhou e se suicidou.
Uma menina que se esqueceu de crescer e a morte tragou.
A quem é atribuída a responsabilidade?







domingo, 24 de julho de 2011

O Sucessor de Ézio Spera


A sucessão de Ézio Spera

Tenho acompanhado as notícias políticas de Assis no Jornal Voz da Terra, porque me interesso por política e sei que o meu destino profissional está ligado a sucessão do Prefeito que ora administra a cidade.
Não é mais como no tempo do Coronelismo, que ficam só os que são “do homi” e os “QI”: quem indica.
Existem leis trabalhistas para que a parte fraca se defenda do coronelismo e do tráfico de influências, mas elas sempre pendem para o lado do mais forte que é o Empregador.
Para quem é funcionário, há certo medo quando a gestão da cidade vai para outro político.
De uma forma positiva, Ézio vai apoiar o seu sucessor.
Existem nomes que se cogitam para sucessores do Prefeito, como a Secretária da Educação Ângela Canassa.
Mas em primeiro lugar, vamos considerar o que o vice-prefeito João Rosa tentou fazer para incriminar o atual Prefeito.
O preço superfaturado de uma caixa dágua foi o pivô da sua denúncia.
Não deu em nada, seja porque o Prefeito e seus advogados conseguiram provar a sua inocência, seja porque o Prefeito é um nome forte.
Da sua gestão, eu sei que tem sido eficiente, e que se não realizou grandes obras nesses oito anos de mandato, suas ações como Gestor mantiveram o equilíbrio da cidade, agindo sempre com parcimônia, educação, simpatia, e atendendo em seu consultório de Médico pediatra, algumas famílias que tinham poucas condições de arcar com as despesas.
Aliás, é por isso que o Prefeito conta com a simpatia da maior parte da população: ele é médico pediatra.
 Seu sucessor deve ter a mesma aceitação da população e já ter realizado coisas significativas para a mesma.
Algumas posturas na sua administração em querer ser higienista ao extremo e ignorar as necessidades de moradores de rua e migrantes que vem para Assis em busca de melhoras, merece ser revisada.
Como referência a esse termo, destaca-se essa colocação, de um artigo, cuja fonte será anexada ao final desse texto:
“... A ambição de arrancar do seio da capital as habitações e moradores indesejados pelas elites dirigentes começou a se materializar com as medidas visando à demolição dos numerosos cortiços e estalagens, espalhados por todas as freguesias centrais do Rio de Janeiro, o que se procedeu sob a legitimação conferida pelo sanitarismo...”(apud MARINS, 1998:141in Junior, 2010).
Não foram demolidas construções precárias ou cortiços, até onde sei, mas se fechou uma casa, tipo albergue, que atendiam os migrantes e os moradores de rua.
Cidadãos inexistentes.

Como crítica, o que devo lembrar é que um imóvel localizado perto da Emeif Eunice Lima de Oliveira, na Vila Glória, continua desocupado e antigamente, servia como esconderijo de indigentes e consumo de drogas.
Aquele cubículo da Rodoviária está longe de ser um local suficiente para pernoitar.
Já é tempo de se pensar em realizar algo de proveitoso ali: seja uma Escolinha de artesanato, uma casa para abrigar migrantes, uma padaria para fabricar pães a preço mais acessível para a população de baixa renda.
Devo enfatizar que pensei seriamente no sucessor do atual Prefeito, porque eu voto em Assis, justamente na Escola Francisca Ribeiro de Mello, e já penso no candidato que escolherei.
Dos sucessores apresentados pelo Jornal Voz da Terra, já é de se esperar que a minha preferência caia sobre a Professora Ângela Canassa.
Quando comecei a trabalhar fui vítima de certo assédio moral, na gestão de outro Secretário, e tal atitude de perseguição ecoa até os dias de hoje, diminuindo com o tempo.
As atitudes da Secretária foram coerentes e justas até certo ponto, no que atendeu meu caso.
Agora,  pelo menos,  posso trabalhar com tranqüilidade.
Tirando os olhos do meu umbigo, que não é o centro do mundo, as ações desempenhadas no geral pela Ângela têm sido boas para a população.
Reformas em escolas, construção de novas Unidades Escolares, ensino com qualidade, Cursos de Capacitação de Formação continuada  que respeitem o limite de resistência física do professorado, investimento em Cultura.
E claro, a Secretaria sofreu reformas em seu prédio, ficando mais organizada e bonita.
Fiquei muito emocionada com as apresentações do Teatro e do cinema, que foram parte do III Circuito de Educação de Assis.
E percebo que Canassa é como diria alguém “mão de ferro em luva de veludo”.
Continua sem explicação todo o sulfite e a tinta de impressão, bem como a manutenção do meu aparato tecnológico para manter uma educação de qualidade que  continua a sair do meu bolso, pagando religiosamente  o dízimo da Educação, que é mais ou menos 8%.
Mas parece que a Professora Secretária defende mais as professoras do que o outro Secretário.
A Política deve ser maquiavélica, atendendo em parte, os Conselhos dados por Maquiavel.
Nunca nada é 100%.
Se o nosso voto é direito, se somos nós que pagamos os impostos e escolhemos os nossos dirigentes, que votemos em candidatos que já fizeram algo de positivo, e que se preocupam com coisas como qualidade de vida.
No fundo, se os políticos pensarem bem, os empresários, os da elite, perceberão que é necessário que haja políticas públicas para atender os desfavorecidos da população, porque se não, em um futuro próximo, os despossuídos invadirão as suas confortáveis casas e os seus ricos mercados.
Algo bem pior do que a “Revolução dos bichos” de George Orwel.
Ponto final.


 Esse não é um texto científico, mas deve-se respeitar as citações:
Fonte: 

terça-feira, 19 de julho de 2011

Nelson Mandela

Discursos que mudaram o Mundo

Nelson Mandela

Fonte: Coleção Folha Livros que mudaram o mundo
@2010 Levoir, Marketing e Conteúdos Multimedia AS


“O objeto em que se inscreve o poder, desde toda a eternidade humana, é a linguagem.”
Roland Barthes

A idéia de se reunir em uma Coleção os Livros que mudaram o mundo só pode ser originada por um Jornal excelente, onde as idéias contraditórias e práxicas convivem, embasadas pelo principio da imparcialidade.
O Jornal Folha de São Paulo, claro, guarda o seu apego as tendências e as preferências político partidárias.
Mas existe o ombudsman, que pesa os excessos e compartilha a moderação com os leitores, modificando a estrutura das ideologias que sustentam o ideário de seus escritores: colunistas, repórteres, poetas, atrizes, em uma heterogeneidade muito produtiva.
A idéia dessa coletânea de livros em que se reúnem o embate dos pensares que modificaram o mundo foi a mais admirável e digna de nota no campo dos projetos que divulgam cultura para as massas.



Sobre Nelson Mandela

Nelson Mandela ficou preso durante 27 anos.
É o prisioneiro político mais famoso do mundo, e a síntese de suas idéias deve ser procurada no seu Discurso.
A crítica é feita porque, apesar do final do apartheid, a televisão mostra situações de fome em alguns lugares da África.

Discurso de Mandela- Fragmentos

Uma nação arco-íris, em paz com ela própria e com o mundo

Liberdade
..."Glorificamos essa liberdade que acaba de nascer e depositamos nela toda a nossa esperança"...

Esse Discurso de Mandela não serve só para esse momento histórico da África.
Está ligado fortemente a todas as necessidades dos países do mundo.
Torna-se necessário uma vitória em matéria de justiça, paz e dignidade humana.
A vitória que nos permita vencer as lutas contra o racismo e o sexismo, contra a violência simbólica.
Mandela afirma que é chegada a hora de construir, e de entender que o corpo, a alma, o espírito foram libertados para que pudessem prosperar.
Entre outras coisas que nos traz esse Discurso, há a esperança de que haja realmente, pão e paz para todos e todas.
Talvez essa modificação baseada na força do ideário e da palavra seja a que vai estabelecer a Harmonia no Planeta Terra e que haja respeito e segurança para os habitantes do Planeta.




sexta-feira, 15 de julho de 2011

III Circuito de Educação de Assis

A fala do Prefeito 

O que os políticos pensam a respeito da Educação?
Em um breve discurso, o Prefeito de Assis, interior de São Paulo lembrou que a Educação é um meio de promover a Justiça Social.
Esse olhar equalizador, fundamentado na prática que se observa no Ensino de Qualidade da Rede Pública Municipal, mostra que ele realmente considera a Educação como esse modo de promover qualidade de vida as pessoas menos desfavorecidas.
Tal fala me proporcionou esperança e a certeza de que políticos como esse devem estar sempre na ativa e colocando em prática tudo o que acreditam.
Existem muitos boatos negativos a respeito dessa Gestão, inclusive a rebelião do vice João Rosa que demonizou essa Gestão, com atitudes pouco coerentes.
Porém, eu, funcionária pública dessa Prefeitura, tenho vivenciado os resultados positivos dessa Gestão que acredita numa Educação de Qualidade e que valoriza o educando e o Educador ou Educadora.
O Plano de Carreira, um documento jamais imaginado concreto, já é realidade na Rede Pública. Nós temos um Plano de Carreira, construído por todos.
O Projeto Beija-Flor que ensina cidadania e civilidade a jovens com perfis incompatíveis a sala de aula regular também é uma mostra da qualidade na Educação do Município.
Isso se chama Competência.



III Circuito de Educação de Assis

Ética ou Moral?

Ao darmos o direcionamento correto nas nossas atitudes, que interferem na vida alheia, sempre fazemos um julgamento preso a moral.
Moral, das normas corretas, do que é correto do ponto de vista das regras que orientam a nossa Sociedade.
É necessário que saibamos também que as atitudes morais devem ser permeadas pela ética.
Ética é uma atitude humana que considera também as nossas limitações e as nossas falhas de caráter.
Ao tratarmos nosso aluno com muita rigidez, estaremos deixando de lado os pressupostos da Ética.
Não gostamos de ser tratados com muita rigidez, como tão bem pontuou o Profº Drº Vasco Moretto.
Não devemos também utilizar a mesma medida ao relacionarmo-nos com os nossos alunos e alunas.
Devemos, antes de tudo sermos éticos e termos medidas justas.
Creio que esse pressuposto ético foi o que peneirei da Palestra.
Claro está que os professores e as professoras nem sempre são julgados  com ética. Ao nos deparamos com situações de jogos de poder e de assédio moral, somos limitados e podados pelo Controle aversivo, mas somos adultos e podemos desenvolver estratégias para lutarmos contra tudo o que nos prejudica.
A criança, não. Essa é indefesa e está a nossa mercê.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Rabiscos de vida, rascunhos do conhecimento

Rabiscos de vida



O que me leva a iniciar essa Jornada rumo a construção do meu conhecimento, (e é importante que se diga), a partir do meu olhar, é resgatar mnemonicamente tudo o que a Profª Drª Suzana Maria Stefanno de Menin despertou em meu intelecto, me colocando como um sujeito cognoscente, em uma espiral de zona de desenvolvimento proximal e um sujeito epistêmico;
Ser um sujeito cognoscente é como se colocar no lugar de uma criança, e saber que as aprendizagens são colocadas diante das nossas faculdades e que vamos se apropriando delas de acordo com as nossas estruturas cognoscíveis.
Descendo do pedestal de “Mestra” e tendo  a humildade de reconhecer que aprendemos também e por causa de nossos alunos e alunas.
E quanto a zona de desenvolvimento proximal, conceito aprendido com as aulas de Paulo Raboni, de Vigotsky, não é possível deixar de viver nesse desenvolvimento proximal se sou uma adulta.
È comum dizer que essas colocações são utilizadas ao se referir as crianças, como se os professores fossem detentores de todo conhecimento.
E eu sou assim, cognoscente, epistêmica, cognoscível que vive no desenvolvimento proximal, deixando de lado a palavra “zona”, já que não se aplica sem ser risível, dizer que se vive na “zona... do desenvolvimento proximal”.
Ah, nossa Língua Portuguesa!
O Professor Pasquale que o diga!
Mas voltando ao que interessa, cognoscente quer dizer um sujeito que está apto a conhecer, a refletir, a analisar e cognoscível é um sujeito que se pode conhecer.
E epistêmico é um sujeito (piagetiano) que se constitui  pela própria ação, age sobre o meio para buscar a sua própria satisfação, com ação que objetiva transformar o meio em que vive.
A pedagogia, ciência complexa, nos forma quando não damos a todas as palavras e teorias o seu sentido e o seu valor.
Agora, essas palavras emergem de meu interior e brilham com sua luz própria.
Todas essas apreciações para chegar ao Âmago da questão: porque brincar e jogar, trabalhar com Artes fará com que aquele monstrinho se transforme em um aluno ideal?
São essas idéias que me ocuparão a mente e as mãos nos próximos dias!
Terei muito trabalho, justo agora que me ocorre uma insensata idéia: assistir uma novela insensata que mostra o amor gay, sujeitos em cárcere privado, vulcões em erupção, periguetes querendo ser madames  e ...
Qual o sentido disso?
Estudar, ser autodidata, quando não se exige que o faça?
O mesmo sentido que teve ficar desenhando  no chão de terra batida, com um graveto de árvore, aquela garotinha que morava num sítio a 35 quilômetros da cidade, vítima da exclusão escolar, por ter terminado o quarto ano numa escolinha rural e não poder continuar seus estudos e que um dia virou professora!
O conhecimento é irresistível.
Saber porque o brinquedo e o jogo educa mais do que bronca e o autoritarismo também.
 Saber um pouco da força que move ou não os sujeitos na busca do seu conhecimento independente do seu status social também é.
Mas vamos a um momento insensato.


 

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Ecos do Futuro, a Identidade do Brasil

Ecos do Futuro, a Identidade do Brasil




Todos sabem que:

a) Tudo o que se fala para uma criança é amoldado a construção da sua personalidade;

b) Todas as coisas que se fazem a uma criança se tornarão ecos de seu caráter, da capacidade de amar do seu coração e do tijolinho que ela colocará para construir o grande muro do mundo e tudo a ver com o Muro das Lamentações e o Muro do Pré-conceito.

c) (O que fazemos a uma criança é o seu alimento moral, espiritual, carnal e a constituirá.)

Poderia comentar a respeito da barbárie, da violência moral, física e psicológica as quais nossas crianças são submetidas, mas vou me concentrar em algo que é mais leve para digerir.

Alguém, talvez, Rubem Alves deve ter falado que a nossa palavra também é o nosso alimento, é o que nos constitui.

E falar de barbárie não nos cai bem, dá certa congestão e certo constrangimento, pois talvez sejamos participantes dessa barbárie a partir do momento em que não temos mais paciência com aquela criança que é aluna ou um filho que deixamos de repreender ou de perdoar no momento certo.

Em uma  palestra que tratava do assunto,  o que me chegou de eco foi que devemos ensinar as nossas crianças a transmissão da nossa cultura, de nossos valores, o nosso Folclore, das nossas cantigas de ninar, que nos foi ensinada pelas mães de leite, ex escravas, que nos ensinaram a ter até hoje, um pé na cozinha, pois não existe nada de mais gostoso em uma casa do que a cozinha.

Existe certa dificuldade em contar histórias de carochinha para quem sonha em ter um celular, um vídeo game, um ipad...

Até as crianças demoram a se acostumar e entender a importância da tradição oral.

E uma Diretora de escola pode se zangar se a professora numa classe do 4º Ano, na parte das Histórias contadas que provoca medo, tomar como tema de redação e produção de texto a “Loira do banheiro”.

Existem pessoas que não conseguem separar determinados contextos.

Para quem é evangélico, Saci-Pererê, mula sem cabeça, Barba-ruiva, Iemanjá e outros são manifestações do demonismo.

Claro está que o demonismo foi sempre associado as manifestações culturais dos escravos.

Mas são os ecos da nossa cultura, que devemos preservar.

É o que nos constitui como nação, como Pátria , como brasileiros e brasileiras.

Ponto.