Exaltação do próprio eu e a criança contemporânea
No livro “Mal estar da atualidade”, Christopher Lasch fala sobre a exaltação do próprio eu na depredação do outro.
O eu se transforma então na majestade permanente, iluminado que é o tempo todo no palco social.
Parte-se daí para analisar o destino dos desejos e das subjetividades do sujeito nessa época contemporânea.
Geralmente, o sujeito fracassado na cultura do narcisismo tende a depressão ou outros quadros psicopatológicos.
Alguns vão utilizar drogas para manter esse pique. Essa postura é para glorificar o eu.
Sobre as drogas e seu uso o que se abstrai é que no uso medicinal, elas são utilizadas para acalmar as angústias e conter as reações prejudiciais;
As ditas drogas nirvânicas são utilizadas para a exaltação do “eu”, mas são ilegais.
Os sujeitos têm um modelo de autocentramento, em que as disposições físicas e psíquicas se exteriorizam com o fito de granjear a admiração do outro e partir dessa admiração que supostamente produzirá inveja depredar e humilhar. A partir dessa atenção, o outro fica submetido ao ego narcísico do indivíduo, fazendo com que a reação comportamental do estímulo resposta seja uma realidade.
Programas como o Big Brother são evidências dessa preocupante exaltação do eu.
As crianças estão sendo criadas no mundo da aparência seus egos são inflados para ostentação e para o exibicionismo desde a tenra idade.
Resta saber se serão os sujeitos reais da sua plenitude humana com as suas necessidades básicas que povoarão a Terra ou serão apenas fantoches manipulados pela sede desenfreada do consumismo, alimentando a fogueira das vaidades.
Exaltation of self and the contemporary child
In the book "Feeling sick today," Christopher Lasch speaks of the exaltation of self in the predation of others.
The self then becomes permanent in majesty, which is lit all the time in the social stage.
It starts from there to examine the destination of desires and subjectivities of the subject in this contemporary era.
Generally, the subject failed in the culture of narcissism tends to depression or other psychopathology.
Some will use drugs to maintain the sinking. This position is to glorify the self.
Drug use and what is ignored is that in medicine, they are used to calm the anxieties and contain the harmful reactions;
These drugs nirvana are used for the exaltation of self, but are illegal.
The subjects have a model of self-centeredness, as the provisions of physical and psychological manifesting with the aim of gaining the admiration of others and admiration from that supposedly produce envy rob and humiliate. From this attention, the other is subjected to the narcissistic ego of the individual, causing the behavioral response of the stimulus response is a reality.
Programs like Big Brother are evidence of this worrying exaltation of self.
Children are being created in the world look their egos are inflated to ostentation and exhibitionism at an early age.
The question is are the real subjects of his human fullness with their basic needs that will populate the earth or are just puppets manipulated by the seat of unbridled consumerism, feeding the bonfire of vanities
Esse blog destina-se a reflexão e ao cotidiano desse mistério que é a vida em suas diversas faces e aspectos, com elementos de Educação e até mesmo de pesquisas sobre temas relevantes a propriétária do Blog. http://meuplugedu.plugedu.com/forum/comment/showDeleted?topicId=6080806:Topic:6840
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Sobre a leitura de Michael Foucalt “A Microfísica do Poder”
Profª Suzana Menin abordava a questão dos valores universais em sua importância e cooperação para uma sociedade justa e igualitária, construção teórica e divulgada por Piaget.
Algo como um mundo habitado por pessoas que tem um estágio 5 e 6 dos estágios de Kholberg.
Ao retomar as leituras de Foucalt, entro de novo em contato com outro tipo de valores universais.
Partindo do inconsciente coletivo, e chapinhando nas próprias mazelas sociais, a importância de ser porta voz da consciência de todos.
Como diz o autor, um porta voz com a legitimação de sua posição, pois segundo Foucalt, o proletariado, pela sua posição histórica é portador dessa vertente. Apenas não tem consciência de si como portador, já que está obscurecido pela alienação da ideologia reinante, e esse conceito é uma construção minha, a partir do apreendido pela leitura do filósofo.
“O intelectual seria a figura clara e individual de uma universalidade da qual o
proletariado seria a forma obscura e coletiva... (p. 08)
Como é um processo tremendamente poderoso, as forças da sociedade capitalista enquadram o intelectual, seja ele específico, seja ele universal, em stands onde pode desempenhar a sua função sem abalar os mecanismos de poder.
O intelectual específico é aquele que presta serviço a um determinado grupo de indivíduos trabalhando em qualquer repartição pública.
O intelectual universal é aquele que se propõe a fazer pesquisa, divulgar e entender o conhecimento científicoE na crítica da crítica, vejo Foucalt pedindo desculpas para o sistema através da leitura tresloucada que registrou em “Vigiar e Punir”.
Isso ele faz de uma forma inconsciente e não perceptível para si e para um desavisado.
No mais, é uma tristeza ver intelectuais, como Luís Felipe Ponde, com um alto poder de síntese e antítese escrevendo num suplemento de jornal e ao invés de atacar as bases do sistema que demoniza a família das crianças indefesas que morrem em porta malas de carro por asfixia, criticar um filme infanto-juvenil, um besteirol.
Não é o sistema que demoniza essas pessoas, essas pessoas que se demonizam, pois através da corrida para o deus dinheiro “esquecem” suas crias dentro do veículo.
Porque estamos matando as nossas crianças? Talvez para ter um minuto de fama, aparecer na mídia. ganhar mais dinheiro, e aonde isso pode nos levar?
Eu vejo uma sociedade doente, e vejo os pensadores serem impedidos de falar, para manter as estruturas de poder funcionando.
Professores e professoras se aliarem a perversidade de um sistema que exclui, segrega, vigia e pune, para manter o emprego.
E não posso concordar com Foucalt quando diz que o proletariado não percebe seu papel e sua importância histórica.
Certa vez, Bruno, um garoto de oito anos, se referiu a minha tentativa lúdica de conquistá-lo para manter a ordem na classe, que ele perturbava com sua indisciplina:
“Palmas para o palhaço, que faz de tudo para não perder o emprego”...
On the reading of Michael Foucault "The Microphysics of Power"
Prof. Suzana Menin addressed the question of universal values in its importance and cooperation to a just and egalitarian society, theoretical construction and disclosed by Piaget.
Something like a world inhabited by people who have a stage 5 and 6 of the stages of Kholberg.
By incorporating the readings of Foucault, I get back in touch with another type of universal values.
Based on the collective unconscious, and splashing in their own social ills, the importance of being a spokesman of the conscience of all.
As the author, a spokesman with the legitimacy of his position because, according to Foucault, the proletariat, by its historical position is the bearer of this case. Not only is aware of itself as a carrier, since it is obscured by the sale of the ruling ideology, and this concept is building a mine, as perceived by the reading of the philosopher.
"The intellectual figure would be clear and independent of a totality of which the
proletariat would be the dark and collective ... (p. 08)
How is a process tremendously powerful forces of capitalist society frame the intellectual, he is specific, it is universal, in stands where you can make your function without disrupting the mechanisms of power.
The specific intellectual is one who provides service to a particular group of individuals working in any government office.
The universal intellectual is one who intends to do research, understand and disseminate scientific knowledge.
This would be my reading poor continuity of thought of Foucault in a particular perspective.
And the criticism of criticism, see Foucault apology to the system through the reading recorded in the zany "Discipline and Punish."
This he does in an unconscious and not noticeable to you and an unaware.
In all, it's sad to see intellectuals like Luis Felipe Ponde, with a high power of synthesis and antithesis writing a newspaper supplement and instead of attacking the foundations of the system that demonizes the family of helpless children who die in trunk of car by asphyxia, criticize a film for children and youth, a besteirol.
It is the system that demonizes these people, these people who demonize, because through the race to the god of money "forget" their young inside the vehicle.
Because we are killing our children? Maybe to take a minute of fame, appearing in the media. earn more money, and where this can take us?
I see a sick society, and I thinkers are unable to speak, to keep the structures of power running.
And teachers to join with the perversity of a system that excludes, segregates, watch and punish, to keep the job.
And I can not agree with Foucault's view that the proletariat does not see its role and its historical importance.
Once Bruno, a boy of eight years, he referred to my playful attempt to win him to keep order in class, he upset with his lack of discipline:
"Cheers for the clown, who does everything to keep their jobs" ...
Algo como um mundo habitado por pessoas que tem um estágio 5 e 6 dos estágios de Kholberg.
Ao retomar as leituras de Foucalt, entro de novo em contato com outro tipo de valores universais.
Partindo do inconsciente coletivo, e chapinhando nas próprias mazelas sociais, a importância de ser porta voz da consciência de todos.
Como diz o autor, um porta voz com a legitimação de sua posição, pois segundo Foucalt, o proletariado, pela sua posição histórica é portador dessa vertente. Apenas não tem consciência de si como portador, já que está obscurecido pela alienação da ideologia reinante, e esse conceito é uma construção minha, a partir do apreendido pela leitura do filósofo.
“O intelectual seria a figura clara e individual de uma universalidade da qual o
proletariado seria a forma obscura e coletiva... (p. 08)
Como é um processo tremendamente poderoso, as forças da sociedade capitalista enquadram o intelectual, seja ele específico, seja ele universal, em stands onde pode desempenhar a sua função sem abalar os mecanismos de poder.
O intelectual específico é aquele que presta serviço a um determinado grupo de indivíduos trabalhando em qualquer repartição pública.
O intelectual universal é aquele que se propõe a fazer pesquisa, divulgar e entender o conhecimento científicoE na crítica da crítica, vejo Foucalt pedindo desculpas para o sistema através da leitura tresloucada que registrou em “Vigiar e Punir”.
Isso ele faz de uma forma inconsciente e não perceptível para si e para um desavisado.
No mais, é uma tristeza ver intelectuais, como Luís Felipe Ponde, com um alto poder de síntese e antítese escrevendo num suplemento de jornal e ao invés de atacar as bases do sistema que demoniza a família das crianças indefesas que morrem em porta malas de carro por asfixia, criticar um filme infanto-juvenil, um besteirol.
Não é o sistema que demoniza essas pessoas, essas pessoas que se demonizam, pois através da corrida para o deus dinheiro “esquecem” suas crias dentro do veículo.
Porque estamos matando as nossas crianças? Talvez para ter um minuto de fama, aparecer na mídia. ganhar mais dinheiro, e aonde isso pode nos levar?
Eu vejo uma sociedade doente, e vejo os pensadores serem impedidos de falar, para manter as estruturas de poder funcionando.
Professores e professoras se aliarem a perversidade de um sistema que exclui, segrega, vigia e pune, para manter o emprego.
E não posso concordar com Foucalt quando diz que o proletariado não percebe seu papel e sua importância histórica.
Certa vez, Bruno, um garoto de oito anos, se referiu a minha tentativa lúdica de conquistá-lo para manter a ordem na classe, que ele perturbava com sua indisciplina:
“Palmas para o palhaço, que faz de tudo para não perder o emprego”...
On the reading of Michael Foucault "The Microphysics of Power"
Prof. Suzana Menin addressed the question of universal values in its importance and cooperation to a just and egalitarian society, theoretical construction and disclosed by Piaget.
Something like a world inhabited by people who have a stage 5 and 6 of the stages of Kholberg.
By incorporating the readings of Foucault, I get back in touch with another type of universal values.
Based on the collective unconscious, and splashing in their own social ills, the importance of being a spokesman of the conscience of all.
As the author, a spokesman with the legitimacy of his position because, according to Foucault, the proletariat, by its historical position is the bearer of this case. Not only is aware of itself as a carrier, since it is obscured by the sale of the ruling ideology, and this concept is building a mine, as perceived by the reading of the philosopher.
"The intellectual figure would be clear and independent of a totality of which the
proletariat would be the dark and collective ... (p. 08)
How is a process tremendously powerful forces of capitalist society frame the intellectual, he is specific, it is universal, in stands where you can make your function without disrupting the mechanisms of power.
The specific intellectual is one who provides service to a particular group of individuals working in any government office.
The universal intellectual is one who intends to do research, understand and disseminate scientific knowledge.
This would be my reading poor continuity of thought of Foucault in a particular perspective.
And the criticism of criticism, see Foucault apology to the system through the reading recorded in the zany "Discipline and Punish."
This he does in an unconscious and not noticeable to you and an unaware.
In all, it's sad to see intellectuals like Luis Felipe Ponde, with a high power of synthesis and antithesis writing a newspaper supplement and instead of attacking the foundations of the system that demonizes the family of helpless children who die in trunk of car by asphyxia, criticize a film for children and youth, a besteirol.
It is the system that demonizes these people, these people who demonize, because through the race to the god of money "forget" their young inside the vehicle.
Because we are killing our children? Maybe to take a minute of fame, appearing in the media. earn more money, and where this can take us?
I see a sick society, and I thinkers are unable to speak, to keep the structures of power running.
And teachers to join with the perversity of a system that excludes, segregates, watch and punish, to keep the job.
And I can not agree with Foucault's view that the proletariat does not see its role and its historical importance.
Once Bruno, a boy of eight years, he referred to my playful attempt to win him to keep order in class, he upset with his lack of discipline:
"Cheers for the clown, who does everything to keep their jobs" ...
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Os estranhos e a inserção da criança na Comunidade
SOCIALIZAÇÃO DE CRIANÇA
Instruímos os nossos filhos e filhas a não falarem com estranhos...
Mas quem é o estranho? Para o outro, somos nós. Para nós, são eles, eles e elas. No entanto, a necessidade da comunidade persiste.
Em uma confraternização de final de ano, ouvi a frase: “é como uma família...”.
Comumente, em confraternizações de final de ano, a firma, a fábrica, o clube, a igreja, a escola... São como uma família.Essa é idéia base.
Mas será que o estranhamento diminuiu ao ponto de tornar a todos como entes familiares?
Interessante observar que são nessas ocasiões, as pessoas revelam comportamentos atípicos. No esforço de parecer natural, de parecer “da família’, as pessoas se embebedam, alguns contam piadas, outros deixam revelar a atração platônica reprimida e não é muito raro uma confraternização se transformar em um festival de farpas e fagulhas,.
Dessas confraternizações, podem nascer amantes, ódios, puxações de tapete por causa de um segredo revelado, assim é o ser humano.
E isso é o protótipo da insegurança. A insegurança é o ato falho. E por isso tendemos a buscar remédio para o desconforto da nossa insegurança, cercando-nos, protegendo-nos, buscando proteger tudo o que é nosso, nossa casa, nossa família, nosso bairro...
E aquele que não nos pertence, que não identificamos como nosso, é o estranho e dele nos protegemos a ponto de cometer atos absurdos e impensados.
Socializar uma criança nessa perspectiva dá muito trabalho.
Como vamos educar uma criança, dando a receita pronta para confiar nas pessoas se é delas que nos protegemos o tempo todo?
Como exercer o desejo de comunidade, de espaço coletivo, se insurgindo em meio ao espaço próprio se devemos nos proteger do outro, do estranho, do invasor?
O caso Sean Goldman mostra isso perfeitamente. A família materna seria o invasor do território ou o pai da criança que seria o invasor. Pelos vídeos familiares, percebe-se claramente que a mãe, falecida, não se sentia a vontade com o marido...
Bauman afirma que a idéia de comunidade evoca uma rede de proteção, associa-se a uma idéia boa. Não estamos sozinhos, afinal. É o retorno ao paraíso perdido, mas sobretudo ainda é um paraíso perdido que insistimos em encontrar.
Como referência para aprofundar a reflexão sobre o contato e a convivência com os estranhos, um ótimo filme é o “Albergue”. Existem muitos outros, Mas tanto o I quanto o II mostra claramente como a idéia da comunidade, do contato com gente que não se conhece, é um poderoso risco para a saúde de cada um.
SOCIALIZATION OF CHILDREN
We instruct our sons and daughters not to talk to strangers ...
But who is the stranger? For another, we are. For us, they, they and them. However, the need for community persists.
In a fellowship of late years, I heard the phrase, "is like a family ...".
Commonly, in gatherings of late years, the firm, factory, club, church, school ... They are like a family. This is a base idea.
But is the strangeness decreased to the point of making everyone as loved family members?
Interestingly, these times are, people reveal atypical behavior. In an effort to appear natural, to be "family", people get drunk, tell some jokes, others leave platonic attraction to reveal repressed and it is very rare for a fellowship to become a festival of barbs and sparks.
These gatherings, can be born lovers, hatred,the destruction of enemy because of a secret revealed, so is the human being.
And that is the prototype of insecurity. Insecurity is the slip. And we tend to seek remedy for the discomfort of our insecurity, surrounding us, protecting us, trying to protect everything that is ours, our home, our family, our neighborhood ...
And that does not belong to us, do not identify as ours, is the strange and protect him in the point of committing acts absurd and thoughtless.
Socializing a child that perspective a lot of work.
How do we educate a child, giving the recipe for trust people if we protect them all the time?
How to exercise the desire of community, collective space, rising up in the middle of space whether we should protect ourselves from the other, the alien, the invader?
Sean Goldman's case shows this perfectly. The maternal family would be the attacker of the territory or the father who was the attacker. For home videos, you'll realize that the mother died, and felt no's at ease with her husband ...
Bauman says that the idea of community evokes a safety net, is associated with a good idea. We are not alone after all. It's the return to paradise lost, but rather is still a paradise lost we insist on finding.
As a reference for further reflection on the contact and interaction with outsiders, a great movie is the "Hostel". There are many other, but both the I and II clearly shows how the idea of community, contact with people who do not know, is a powerful risk to the health of each one.
Instruímos os nossos filhos e filhas a não falarem com estranhos...
Mas quem é o estranho? Para o outro, somos nós. Para nós, são eles, eles e elas. No entanto, a necessidade da comunidade persiste.
Em uma confraternização de final de ano, ouvi a frase: “é como uma família...”.
Comumente, em confraternizações de final de ano, a firma, a fábrica, o clube, a igreja, a escola... São como uma família.Essa é idéia base.
Mas será que o estranhamento diminuiu ao ponto de tornar a todos como entes familiares?
Interessante observar que são nessas ocasiões, as pessoas revelam comportamentos atípicos. No esforço de parecer natural, de parecer “da família’, as pessoas se embebedam, alguns contam piadas, outros deixam revelar a atração platônica reprimida e não é muito raro uma confraternização se transformar em um festival de farpas e fagulhas,.
Dessas confraternizações, podem nascer amantes, ódios, puxações de tapete por causa de um segredo revelado, assim é o ser humano.
E isso é o protótipo da insegurança. A insegurança é o ato falho. E por isso tendemos a buscar remédio para o desconforto da nossa insegurança, cercando-nos, protegendo-nos, buscando proteger tudo o que é nosso, nossa casa, nossa família, nosso bairro...
E aquele que não nos pertence, que não identificamos como nosso, é o estranho e dele nos protegemos a ponto de cometer atos absurdos e impensados.
Socializar uma criança nessa perspectiva dá muito trabalho.
Como vamos educar uma criança, dando a receita pronta para confiar nas pessoas se é delas que nos protegemos o tempo todo?
Como exercer o desejo de comunidade, de espaço coletivo, se insurgindo em meio ao espaço próprio se devemos nos proteger do outro, do estranho, do invasor?
O caso Sean Goldman mostra isso perfeitamente. A família materna seria o invasor do território ou o pai da criança que seria o invasor. Pelos vídeos familiares, percebe-se claramente que a mãe, falecida, não se sentia a vontade com o marido...
Bauman afirma que a idéia de comunidade evoca uma rede de proteção, associa-se a uma idéia boa. Não estamos sozinhos, afinal. É o retorno ao paraíso perdido, mas sobretudo ainda é um paraíso perdido que insistimos em encontrar.
Como referência para aprofundar a reflexão sobre o contato e a convivência com os estranhos, um ótimo filme é o “Albergue”. Existem muitos outros, Mas tanto o I quanto o II mostra claramente como a idéia da comunidade, do contato com gente que não se conhece, é um poderoso risco para a saúde de cada um.
SOCIALIZATION OF CHILDREN
We instruct our sons and daughters not to talk to strangers ...
But who is the stranger? For another, we are. For us, they, they and them. However, the need for community persists.
In a fellowship of late years, I heard the phrase, "is like a family ...".
Commonly, in gatherings of late years, the firm, factory, club, church, school ... They are like a family. This is a base idea.
But is the strangeness decreased to the point of making everyone as loved family members?
Interestingly, these times are, people reveal atypical behavior. In an effort to appear natural, to be "family", people get drunk, tell some jokes, others leave platonic attraction to reveal repressed and it is very rare for a fellowship to become a festival of barbs and sparks.
These gatherings, can be born lovers, hatred,the destruction of enemy because of a secret revealed, so is the human being.
And that is the prototype of insecurity. Insecurity is the slip. And we tend to seek remedy for the discomfort of our insecurity, surrounding us, protecting us, trying to protect everything that is ours, our home, our family, our neighborhood ...
And that does not belong to us, do not identify as ours, is the strange and protect him in the point of committing acts absurd and thoughtless.
Socializing a child that perspective a lot of work.
How do we educate a child, giving the recipe for trust people if we protect them all the time?
How to exercise the desire of community, collective space, rising up in the middle of space whether we should protect ourselves from the other, the alien, the invader?
Sean Goldman's case shows this perfectly. The maternal family would be the attacker of the territory or the father who was the attacker. For home videos, you'll realize that the mother died, and felt no's at ease with her husband ...
Bauman says that the idea of community evokes a safety net, is associated with a good idea. We are not alone after all. It's the return to paradise lost, but rather is still a paradise lost we insist on finding.
As a reference for further reflection on the contact and interaction with outsiders, a great movie is the "Hostel". There are many other, but both the I and II clearly shows how the idea of community, contact with people who do not know, is a powerful risk to the health of each one.
Download – O Albergue 2 | Tio Dos Filmes - Download, Baixar, AVI, RMVB, DVDRip, Filmes, Megaupload, Shows
Download – O Albergue 2 Tio Dos Filmes - Download, Baixar, AVI, RMVB, DVDRip, Filmes, Megaupload, Shows: "O Albergue 2
Tamanho: 330 MB
Audio: Português
Legenda: S / L
Formato: RMVB
Qualidade: DVD-RIP
Genero: Terror
Ano de Lançamento: 2007
Sinopse: Sequência chocante e brutal do submundo da tortura onde ricos homens de negócio pagam para torturar e matar suas vítimas. Este segundo filme está centrado em três jovens americanas que estão estudando em Roma. Elas são atraídas para um albergue por uma mulher jovem e atraente, que as vende como as próximas vítimas de um negócio lucrativo de assassinatos."
Tamanho: 330 MB
Audio: Português
Legenda: S / L
Formato: RMVB
Qualidade: DVD-RIP
Genero: Terror
Ano de Lançamento: 2007
Sinopse: Sequência chocante e brutal do submundo da tortura onde ricos homens de negócio pagam para torturar e matar suas vítimas. Este segundo filme está centrado em três jovens americanas que estão estudando em Roma. Elas são atraídas para um albergue por uma mulher jovem e atraente, que as vende como as próximas vítimas de um negócio lucrativo de assassinatos."
domingo, 27 de dezembro de 2009
O desaparecimento da Infância
Livro de Neil Postman
Fonte: Resenha de Tuyama, 2009, on line.
Neil Postman
O desaparecimento da Infância
O sentimento da infância está desaparecendo pelo apelo da mídia e pela erotização precoce, pontua Postman, Professor Titular da Faculdade de Comunicação da Universidade de New York.
“ ...Para Postman, a televisão é o mecanismo que vem diluindo a fronteira entre o que é ser adulto e o que é ser criança. “...( Tuyama, 2009).
As crianças estão tendo os mesmos hábitos dos adultos, desde vestimentas até a profissionalização precoce.
O conceito de infância, segundo o autor, teve origem na Grécia antiga.
O que constitui o sentimento de infância são a vergonha e a educação. Sem um noção desenvolvida de vergonha, diz o autor, o sentimento de infância não pode existir!.
Postman crê que o que separa o mundo adulto do mundo infantil é o acesso a determinadas informações.
“Num mundo letrado, ser adulto implica ter acesso a segredos culturais codificados em símbolos não naturais e as crianças precisam transformar-se em adultos. Entretanto num mundo não letrado não há necessidade de distinguir com exatidão a criança e o adulto, pois existem poucos segredos e a cultura não precisa ministrar instrução sobre como entendê-la” (idem).
"A questão é que todos os acontecimentos na TV surgem completamente destituídos de continuidade histórica ou qualquer outro contexto, e numa sucessão tão rápida e fragmentada que caem sobre a nossa cabeça como uma enxurrada. Esta é a televisão como narcose, entorpecendo a razão e a sensibilidade.A mídia elétrica propõe um sério desafio tanto à autoridade do adulto como à curiosidade das crianças. (...) Até certo ponto, a curiosidade chega naturalmente aos jovens mas a evolução dela depende da crescente consciência do poder de perguntas bem concatenadas para descobrir segredos. O mundo do conhecido e do ainda não conhecido está ligado pela ponte do espanto. Mas o espanto acontece em grande parte numa situação em que o mundo da criança está separado do mundo do adulto, onde as crianças devem procurar entrar mediante suas perguntas. Como a mídia funde os dois mundos, como a tensão criada pelos segredos a serem desvendados diminui, o cálculo do espanto muda. A curiosidade é substituída pelo cinismo, ou pior ainda, pela arrogância. Restam-nos, então, crianças que confiam, não na autoridade do adulto, mas em notícias vindas de parte nenhuma. Restam-nos crianças que recebem respostas a perguntas que nunca fizeram. Em resumo, não nos resta mais nenhuma criança."
Segundo Postman, dois focos de resistência para a permanência da infância é a Escola e a família.
No entanto, elas têm perdido a batalha.
Disappearance of Childhood
The feeling of childhood is disappearing by the appeal of the media and the eroticism early scores Postman, Professor at the School of Communication at the University of New York.
"... To Postman, television is the mechanism that is diluting the boundary between what is being grown and what is being a child. "...( Tuyama, 2009).
The children are having the same habits of adults, from clothing to the professional stage.
The concept of childhood, according to the author, originated in ancient Greece.
What is the feeling of childhood are the shame and education. Without a developed sense of shame, says the author, the feeling of childhood can not exist!.
Postman believes that what separates the adult world is the world's access to certain information.
"In a literate world, being an adult means having access to cultural secrets encoded symbols are not natural and children need to become adults. However in a world of letters is no need to distinguish accurately the child and adult, because there are few secrets and culture need not instruct on how to understand it "(ibid.).
"The point is that all the events on TV appear completely devoid of historical continuity or any other context, and in such rapid succession and fragmented that fall on our head like a flood. This is television as narcosis, numbing reason and sensibility . The media suggests power a serious challenge both to the adult and the curiosity of children. (...) To some degree, the curiosity comes naturally to young people but it depends on the evolution of the growing awareness of the power of questions and concatenated to discover secrets. The world's known and not yet known is on the bridge of terror. But the surprise happens mostly in a situation where the child's world is separated from the adult world, where children must try to get through your questions. As the media merges the two worlds, as the tension created by the secrets to be revealed decreases, the calculation of the shock changes. Curiosity is replaced by cynicism, or worse yet, the arrogance. We are left, then, children who rely not the authority of adults, but news from nowhere. We are left children receiving answers to questions they never did. In summary, we have no longer any child. "
According to Postman, two outbreaks of resistance to the continuity of childhood is the school and family.
However, they have lost the battle
Fonte: Resenha de Tuyama, 2009, on line.
Neil Postman
O desaparecimento da Infância
O sentimento da infância está desaparecendo pelo apelo da mídia e pela erotização precoce, pontua Postman, Professor Titular da Faculdade de Comunicação da Universidade de New York.
“ ...Para Postman, a televisão é o mecanismo que vem diluindo a fronteira entre o que é ser adulto e o que é ser criança. “...( Tuyama, 2009).
As crianças estão tendo os mesmos hábitos dos adultos, desde vestimentas até a profissionalização precoce.
O conceito de infância, segundo o autor, teve origem na Grécia antiga.
O que constitui o sentimento de infância são a vergonha e a educação. Sem um noção desenvolvida de vergonha, diz o autor, o sentimento de infância não pode existir!.
Postman crê que o que separa o mundo adulto do mundo infantil é o acesso a determinadas informações.
“Num mundo letrado, ser adulto implica ter acesso a segredos culturais codificados em símbolos não naturais e as crianças precisam transformar-se em adultos. Entretanto num mundo não letrado não há necessidade de distinguir com exatidão a criança e o adulto, pois existem poucos segredos e a cultura não precisa ministrar instrução sobre como entendê-la” (idem).
"A questão é que todos os acontecimentos na TV surgem completamente destituídos de continuidade histórica ou qualquer outro contexto, e numa sucessão tão rápida e fragmentada que caem sobre a nossa cabeça como uma enxurrada. Esta é a televisão como narcose, entorpecendo a razão e a sensibilidade.A mídia elétrica propõe um sério desafio tanto à autoridade do adulto como à curiosidade das crianças. (...) Até certo ponto, a curiosidade chega naturalmente aos jovens mas a evolução dela depende da crescente consciência do poder de perguntas bem concatenadas para descobrir segredos. O mundo do conhecido e do ainda não conhecido está ligado pela ponte do espanto. Mas o espanto acontece em grande parte numa situação em que o mundo da criança está separado do mundo do adulto, onde as crianças devem procurar entrar mediante suas perguntas. Como a mídia funde os dois mundos, como a tensão criada pelos segredos a serem desvendados diminui, o cálculo do espanto muda. A curiosidade é substituída pelo cinismo, ou pior ainda, pela arrogância. Restam-nos, então, crianças que confiam, não na autoridade do adulto, mas em notícias vindas de parte nenhuma. Restam-nos crianças que recebem respostas a perguntas que nunca fizeram. Em resumo, não nos resta mais nenhuma criança."
Segundo Postman, dois focos de resistência para a permanência da infância é a Escola e a família.
No entanto, elas têm perdido a batalha.
Disappearance of Childhood
The feeling of childhood is disappearing by the appeal of the media and the eroticism early scores Postman, Professor at the School of Communication at the University of New York.
"... To Postman, television is the mechanism that is diluting the boundary between what is being grown and what is being a child. "...( Tuyama, 2009).
The children are having the same habits of adults, from clothing to the professional stage.
The concept of childhood, according to the author, originated in ancient Greece.
What is the feeling of childhood are the shame and education. Without a developed sense of shame, says the author, the feeling of childhood can not exist!.
Postman believes that what separates the adult world is the world's access to certain information.
"In a literate world, being an adult means having access to cultural secrets encoded symbols are not natural and children need to become adults. However in a world of letters is no need to distinguish accurately the child and adult, because there are few secrets and culture need not instruct on how to understand it "(ibid.).
"The point is that all the events on TV appear completely devoid of historical continuity or any other context, and in such rapid succession and fragmented that fall on our head like a flood. This is television as narcosis, numbing reason and sensibility . The media suggests power a serious challenge both to the adult and the curiosity of children. (...) To some degree, the curiosity comes naturally to young people but it depends on the evolution of the growing awareness of the power of questions and concatenated to discover secrets. The world's known and not yet known is on the bridge of terror. But the surprise happens mostly in a situation where the child's world is separated from the adult world, where children must try to get through your questions. As the media merges the two worlds, as the tension created by the secrets to be revealed decreases, the calculation of the shock changes. Curiosity is replaced by cynicism, or worse yet, the arrogance. We are left, then, children who rely not the authority of adults, but news from nowhere. We are left children receiving answers to questions they never did. In summary, we have no longer any child. "
According to Postman, two outbreaks of resistance to the continuity of childhood is the school and family.
However, they have lost the battle
sábado, 26 de dezembro de 2009
Linha de Pesquisa Infância e Realidade- Departamento de Pós Graduação- Estudos
Estudos sobre a Infância
História Social da criança abandonada
A Roda dos excluídos
O abandono infantil europeu, principalmente na França e Itália, começou a ser pensado nos séculos XVII ao XIX.
Nesse período, a sociedade começou a construir políticas públicas destinadas ao atendimento da criança abandonada.
No Brasil colônia , as forças sociais mesmo que antagônicas se dispunham a cercear o avanço do abandono dos infantis através da filantropia. Isso ocorreu antes da formação específica da sociedade de classes.
As práticas médico-higienistas adotadas desde então, procura o ordenamento social através das práticas assistencialistas e filantrópicas, visando a proteção da criança.
A concepção de infância presente é a de uma criança como um ser inocente e frágil, sendo incapaz de se prover, do ponto de vista material e moral.
A primeira infância era a de aprendizagem, onde todos pareciam pertencer a uma só família, em um contexto que se distanciava mas ao mesmo tempo trazia a idéia de coletividade na rede de proteção e amparo a criança, unidos no melhor e no pior.
A partir do século XVI, a redobram-se os esforços em proteger a criança das doenças, por parte dos médicos e dos familiares, especificamente os pais.
Acentua-se a base da família nuclear, ancorada pelo sustentáculo da escolarização dos infantis.
Escola e Família seriam a partir daí, os referentes básicos na formação da criança em seus aspectos morais, sociais e familiares.
As crianças escravas, no entanto, eram reservados outros tipos de tratamento. As mulheres escravas preferiam deixar seus filhos na roda dos excluídos com a esperança de livrá-los da escravidão.
Posteriormente, dados históricos revelam que homens e mulheres consideravam a roda dos excluídos um caminho viável para as suas transgressões sexuais.
Nesse período, tanto os legítimos quanto os ilegítimos tinham a probabilidade de serem abandonados nessa Roda;
Mães solteiras, temendo a infâmia da sociedade e outros casos menos esclarecidos, deixavam essas crianças e a infâmia que se abate sobre elas conferia-lhes um estigma.
Os autores brasileiros afirmam que essa prática estimulou o abandono infantil.
De protetora da honra, a Roda dos enjeitados passou a ser incentivadora da libertinagem.
Studies on Children
Social History of the abandoned child
The Wheel of the excluded
The child abandonment Europe, especially France and Italy, began to be thought in the seventeenth to the nineteenth century.
During this period, the company began building public policy for the care of the abandoned child.
In colonial Brazil, the social forces even antagonistic were willing to curtail the advance of the abandonment of children through philanthropy. This occurred before the formation of specific classes of society.
Practice hygienic concepts adopted since then, demand for social order through the practical assistance and humanitarian, aimed at protecting the child.
The conception of this child is a child as an innocent and fragile, and unable to provide, in terms of material and moral.
The first was the childhood learning, where everyone seemed to belong to one family, in a context that was lapping at the same time brought the idea of community protection network and support the child, united in a better or worse.
From the sixteenth century, to redouble efforts to protect children from diseases by doctors and their families, specifically parents.
Emphasis is placed on the basis of the nuclear family, anchored by the foundation of the education of children.
School and Family would be from there, by those in basic education of children in their moral, social and family.
The slave children, however, were reserved for other types of treatment. Slave women would rather leave their children at the wheel of the excluded in the hope of freeing them from slavery.
Later, historical data show that men and women felt excluded from the wheel of a viable path for their sexual transgressions.
This period, both legitimate and illegitimate were likely to be abandoned in this wheel;
Single mothers, fearing the shame of the society and other cases less well, let these children and infamy inflicted upon them gave them a stigma.
Brazilian authors state that this practice encouraged the child abandonment.
Protective of the honor, the Wheel of foundlings became the incentive of debauchery.
História Social da criança abandonada
A Roda dos excluídos
O abandono infantil europeu, principalmente na França e Itália, começou a ser pensado nos séculos XVII ao XIX.
Nesse período, a sociedade começou a construir políticas públicas destinadas ao atendimento da criança abandonada.
No Brasil colônia , as forças sociais mesmo que antagônicas se dispunham a cercear o avanço do abandono dos infantis através da filantropia. Isso ocorreu antes da formação específica da sociedade de classes.
As práticas médico-higienistas adotadas desde então, procura o ordenamento social através das práticas assistencialistas e filantrópicas, visando a proteção da criança.
A concepção de infância presente é a de uma criança como um ser inocente e frágil, sendo incapaz de se prover, do ponto de vista material e moral.
A primeira infância era a de aprendizagem, onde todos pareciam pertencer a uma só família, em um contexto que se distanciava mas ao mesmo tempo trazia a idéia de coletividade na rede de proteção e amparo a criança, unidos no melhor e no pior.
A partir do século XVI, a redobram-se os esforços em proteger a criança das doenças, por parte dos médicos e dos familiares, especificamente os pais.
Acentua-se a base da família nuclear, ancorada pelo sustentáculo da escolarização dos infantis.
Escola e Família seriam a partir daí, os referentes básicos na formação da criança em seus aspectos morais, sociais e familiares.
As crianças escravas, no entanto, eram reservados outros tipos de tratamento. As mulheres escravas preferiam deixar seus filhos na roda dos excluídos com a esperança de livrá-los da escravidão.
Posteriormente, dados históricos revelam que homens e mulheres consideravam a roda dos excluídos um caminho viável para as suas transgressões sexuais.
Nesse período, tanto os legítimos quanto os ilegítimos tinham a probabilidade de serem abandonados nessa Roda;
Mães solteiras, temendo a infâmia da sociedade e outros casos menos esclarecidos, deixavam essas crianças e a infâmia que se abate sobre elas conferia-lhes um estigma.
Os autores brasileiros afirmam que essa prática estimulou o abandono infantil.
De protetora da honra, a Roda dos enjeitados passou a ser incentivadora da libertinagem.
Studies on Children
Social History of the abandoned child
The Wheel of the excluded
The child abandonment Europe, especially France and Italy, began to be thought in the seventeenth to the nineteenth century.
During this period, the company began building public policy for the care of the abandoned child.
In colonial Brazil, the social forces even antagonistic were willing to curtail the advance of the abandonment of children through philanthropy. This occurred before the formation of specific classes of society.
Practice hygienic concepts adopted since then, demand for social order through the practical assistance and humanitarian, aimed at protecting the child.
The conception of this child is a child as an innocent and fragile, and unable to provide, in terms of material and moral.
The first was the childhood learning, where everyone seemed to belong to one family, in a context that was lapping at the same time brought the idea of community protection network and support the child, united in a better or worse.
From the sixteenth century, to redouble efforts to protect children from diseases by doctors and their families, specifically parents.
Emphasis is placed on the basis of the nuclear family, anchored by the foundation of the education of children.
School and Family would be from there, by those in basic education of children in their moral, social and family.
The slave children, however, were reserved for other types of treatment. Slave women would rather leave their children at the wheel of the excluded in the hope of freeing them from slavery.
Later, historical data show that men and women felt excluded from the wheel of a viable path for their sexual transgressions.
This period, both legitimate and illegitimate were likely to be abandoned in this wheel;
Single mothers, fearing the shame of the society and other cases less well, let these children and infamy inflicted upon them gave them a stigma.
Brazilian authors state that this practice encouraged the child abandonment.
Protective of the honor, the Wheel of foundlings became the incentive of debauchery.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Espírito de porco: uma análise crítica
Contribuição de outros Blogs
O presidente dos EUA foi distinguido com o Nobel da Paz no dia em que vai reunir com o conselheiro de guerra, para avaliar a necessidade de reforçar a presença militar americana no Afeganistão. O Nobel deve estar a dar voltas no túmulo.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
American Life
Nesse dia que antecede o Natal, minhas memórias estão vivificadas. Lembro-me com clareza o dia em que eu folheei a revista Seleções do Reader´s a primeira vez.Senti com clareza que havia um outro tipo de vida, mais alegre e prospéro.
Pessoas de pele branca, com olhos claros, mas na mesma revista, tinha a história de um indiano, diferente daquelas pessoas. Para minha mente de criança, tanta informação não poderia ser processada.
Mas acabou que eu depois ouvi falar de um Tio Sam, que para mim, era como Papai Noel ou Jesus.
Hoje, acabei de ler um conto da seleção de livros da Revista Seleções, "Azar ou contatempo" de um autor muito bom, Lee Child.
A revista tem hoje uma outra dimensão para mim. Já não sou criança e conheci um pouco da realidade.Mas a admiração pelas pessoas americanas continua, pois são de uma inteligência refinada e o estilo de vida deles é diferente, seus valores são outros.
Quanto a Papai Noel, eu nunca gostei dele.Pois as crianças pobres ficam esperando um presente que nunca vem.
Esses valores numa noite de Natal se misturam a sensação de que o verdadeiro sentido de Natal é Jesus Cristo.
E a mensagem do calvário é para todos os povos. Se resume em uma palavra que encerra um sentimento difícl de ser praticado: Amor.
E o amor não combina muito com o capitalismo.
Ainda são coisas muito difíceis de serem processadas e assimiladas.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Um Conto de Natal
Obama leu um Conto de Natal para algumas crianças e distribuiu biscoitos para elas.Eu não consigo entender porque havia alguns pacotes com o nome do cachorro de estimação dele, o Bob.Talvez ele tenha se apoiado na metáfora em que há muitos cachorros amigos e muitos amigos cachorros...rsrs
Obama read a Christmas Story for some children and handed out biscuits theys... I can not understand why there were a few packages with the name of his pet dog, the Bob.Maybe he has leaned heavily on metaphor in that there are many dogs and many friends friends dogs ... rsrs
Resumo do conto
Ebenezer Scrooge é um homem avarento que não gosta do Natal, e que na véspera do mesmo, recebe a visita de seu falecido ex-sócio Jacob Marley, que o avisa da visita de três espíritos, que o fazem enxergar o presente, o passado e o futuro sob uma nova ótica .sábado, 12 de dezembro de 2009
Material de reflexão sobre o Sistema de ciclos
Aluno analfabeto põe avaliação em xeque
A progressão continuada, sistema de ensino adotado em 98 pelo Estado de São Paulo, permitiu que alguns alunos terminassem os primeiros anos de estudo sem saber ler e escrever. Em razão disso, pais de alunos têm pedido que seus filhos sejam reprovados. A Secretaria de Estado da Educação não tem estimativa de quantos alunos estão nessa situação.
São casos como o da recepcionista Maria Cristina, mãe de D., 12. Ela pediu que D. não fosse para a quinta série, apesar de já ter cursado a quarta série duas vezes. Isso aconteceu em janeiro, no município de Votorantim (a 108 km de São Paulo), na Escola Municipal Abimael Carlos de Campos.
A mãe apresentou um motivo bem simples para que seu pedido fosse atendido: o filho, mesmo depois de cinco anos na escola, não sabia ler nem escrever. A cidade adotou o regime de progressão continuada em 1998, em conjunto com o Estado.
O menino, segundo a mãe, apresentava dificuldades de aprendizagem desde que começou a estudar. Mas, afirma ela, D. nunca recebeu apoio médico ou psicológico na escola.
D. acabou sendo reprovado em 2000, quando se submeteu pela primeira vez a uma avaliação, já na quarta série. No ano seguinte, segundo a mãe, o menino continuava na mesma situação: sem saber ler ou escrever. Mesmo assim, a aprovação para a quinta série foi automática -pelas regras atuais, um aluno só pode repetir uma determinada série uma única vez. A pedido e insistência da mãe, ele foi novamente matriculado na quarta série.
Segundo a secretária municipal da Educação de Votorantim, Neuza Aparecida Móra, além de D., foram detectadas outras 53 crianças da quarta série (de um total de 1.827) que não tinham condições de passar para o ciclo seguinte. Como já haviam repetido um ano durante o ciclo, mesmo com deficiências, matricularam-se na quinta série.
Em Ribeirão Preto (a 314 km de São Paulo), um grupo de 25 mães procurou o Conselho Municipal de Educação para reclamar que os filhos também não haviam sido alfabetizados. Segundo Walter Colombini, presidente do conselho, um desses alunos já terminou a oitava série.
L., 13, que está na sexta série, repetiu a quarta na Escola Estadual Cordelia Ribeiro Ragoso, em Bonfim Paulista (distrito de Ribeirão Preto). O menino aprendeu a copiar letras, mas lê como um aluno da primeira série, disse a mãe à Folha.
A situação também se repete na capital, onde há casos como o de M., 11, que chegou a repetir a segunda série, está no último ano do ciclo 1 e ainda tem dificuldades para ler e escrever. A menina nunca teve aula de reforço na escola.
O regime de progressão continuada é recomendado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (lei 9.394, de 1996), no artigo 32. Nesse método, só há reprovação nos anos de final de ciclo (quarta e oitava séries). Nos outros anos, os conteúdos não absorvidos são transmitidos em aulas de reforço no período letivo seguinte.
O ciclo 1 abrange da primeira à quarta série do ensino fundamental; o segundo vai da quinta à oitava série. No ensino médio, antigo segundo grau, não há ciclo.
O Ministério Público abriu, em 21 de novembro de 2001, um inquérito civil para investigar a legalidade do Saresp (Sistema de Avaliação Escolar do Estado de São Paulo). Quando tomou conhecimento do modelo de ensino, o promotor Vidal Serrano Junior resolveu "expandir" o procedimento e abranger "a progressão continuada como um todo".
A expectativa é que seja feita uma ação civil que solicite à Secretaria da Educação mudanças no modo de avaliação.
A tese do promotor Serrano Junior é que cada escola, em integração com a comunidade de pais de alunos, pode elaborar a forma de avaliação a ser adotada.
"Em princípio, a idéia é fortalecer a ligação entre a escola e a comunidade, o que é recomendado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação", afirmou o promotor.
A progressão continuada está "refinando" o processo de exclusão social no Estado, afirma a diretora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, Selma Garrido Pimenta.
Ela questiona o fato de que, mesmo recomendado pela LDB, o modelo de progressão por ciclos tenha sido adotado apenas na rede pública. A seu ver, isso joga para o vestibular a efetiva comparação entre as metodologias de ensino das redes pública e particular.
Outro item apontado por Selma é a forma de implementação do sistema no Estado. Não houve, de acordo com a educadora, "significativas alterações" na forma de a escola se organizar e funcionar. "O resultado é que, na verdade, os alunos estão sendo aprovados automaticamente, sem que a escola tenha recebido as condições para entrar nessa nova sistemática. Houve um atropelo e uma falta de cuidado com esses aspectos."
Maria Isabel Noronha, presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo), concorda com Selma: o problema está na forma como o regime foi introduzido.
Antes da implantação, afirma, deveria haver mudanças nas condições estruturais das escolas, como a diminuição do número de alunos por sala de aula e o aumento do salário dos professores.
"O objetivo da progressão continuada é avaliar o aluno o tempo todo, mas, sem estrutura, os professores não conseguem fazer isso, e acaba virando uma aprovação automática", disse.
(Folha de S. Paulo)
A progressão continuada, sistema de ensino adotado em 98 pelo Estado de São Paulo, permitiu que alguns alunos terminassem os primeiros anos de estudo sem saber ler e escrever. Em razão disso, pais de alunos têm pedido que seus filhos sejam reprovados. A Secretaria de Estado da Educação não tem estimativa de quantos alunos estão nessa situação.
São casos como o da recepcionista Maria Cristina, mãe de D., 12. Ela pediu que D. não fosse para a quinta série, apesar de já ter cursado a quarta série duas vezes. Isso aconteceu em janeiro, no município de Votorantim (a 108 km de São Paulo), na Escola Municipal Abimael Carlos de Campos.
A mãe apresentou um motivo bem simples para que seu pedido fosse atendido: o filho, mesmo depois de cinco anos na escola, não sabia ler nem escrever. A cidade adotou o regime de progressão continuada em 1998, em conjunto com o Estado.
O menino, segundo a mãe, apresentava dificuldades de aprendizagem desde que começou a estudar. Mas, afirma ela, D. nunca recebeu apoio médico ou psicológico na escola.
D. acabou sendo reprovado em 2000, quando se submeteu pela primeira vez a uma avaliação, já na quarta série. No ano seguinte, segundo a mãe, o menino continuava na mesma situação: sem saber ler ou escrever. Mesmo assim, a aprovação para a quinta série foi automática -pelas regras atuais, um aluno só pode repetir uma determinada série uma única vez. A pedido e insistência da mãe, ele foi novamente matriculado na quarta série.
Segundo a secretária municipal da Educação de Votorantim, Neuza Aparecida Móra, além de D., foram detectadas outras 53 crianças da quarta série (de um total de 1.827) que não tinham condições de passar para o ciclo seguinte. Como já haviam repetido um ano durante o ciclo, mesmo com deficiências, matricularam-se na quinta série.
Em Ribeirão Preto (a 314 km de São Paulo), um grupo de 25 mães procurou o Conselho Municipal de Educação para reclamar que os filhos também não haviam sido alfabetizados. Segundo Walter Colombini, presidente do conselho, um desses alunos já terminou a oitava série.
L., 13, que está na sexta série, repetiu a quarta na Escola Estadual Cordelia Ribeiro Ragoso, em Bonfim Paulista (distrito de Ribeirão Preto). O menino aprendeu a copiar letras, mas lê como um aluno da primeira série, disse a mãe à Folha.
A situação também se repete na capital, onde há casos como o de M., 11, que chegou a repetir a segunda série, está no último ano do ciclo 1 e ainda tem dificuldades para ler e escrever. A menina nunca teve aula de reforço na escola.
O regime de progressão continuada é recomendado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (lei 9.394, de 1996), no artigo 32. Nesse método, só há reprovação nos anos de final de ciclo (quarta e oitava séries). Nos outros anos, os conteúdos não absorvidos são transmitidos em aulas de reforço no período letivo seguinte.
O ciclo 1 abrange da primeira à quarta série do ensino fundamental; o segundo vai da quinta à oitava série. No ensino médio, antigo segundo grau, não há ciclo.
O Ministério Público abriu, em 21 de novembro de 2001, um inquérito civil para investigar a legalidade do Saresp (Sistema de Avaliação Escolar do Estado de São Paulo). Quando tomou conhecimento do modelo de ensino, o promotor Vidal Serrano Junior resolveu "expandir" o procedimento e abranger "a progressão continuada como um todo".
A expectativa é que seja feita uma ação civil que solicite à Secretaria da Educação mudanças no modo de avaliação.
A tese do promotor Serrano Junior é que cada escola, em integração com a comunidade de pais de alunos, pode elaborar a forma de avaliação a ser adotada.
"Em princípio, a idéia é fortalecer a ligação entre a escola e a comunidade, o que é recomendado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação", afirmou o promotor.
A progressão continuada está "refinando" o processo de exclusão social no Estado, afirma a diretora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, Selma Garrido Pimenta.
Ela questiona o fato de que, mesmo recomendado pela LDB, o modelo de progressão por ciclos tenha sido adotado apenas na rede pública. A seu ver, isso joga para o vestibular a efetiva comparação entre as metodologias de ensino das redes pública e particular.
Outro item apontado por Selma é a forma de implementação do sistema no Estado. Não houve, de acordo com a educadora, "significativas alterações" na forma de a escola se organizar e funcionar. "O resultado é que, na verdade, os alunos estão sendo aprovados automaticamente, sem que a escola tenha recebido as condições para entrar nessa nova sistemática. Houve um atropelo e uma falta de cuidado com esses aspectos."
Maria Isabel Noronha, presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo), concorda com Selma: o problema está na forma como o regime foi introduzido.
Antes da implantação, afirma, deveria haver mudanças nas condições estruturais das escolas, como a diminuição do número de alunos por sala de aula e o aumento do salário dos professores.
"O objetivo da progressão continuada é avaliar o aluno o tempo todo, mas, sem estrutura, os professores não conseguem fazer isso, e acaba virando uma aprovação automática", disse.
(Folha de S. Paulo)
domingo, 6 de dezembro de 2009
Afeganistão, por Joe Biden, vice presidente dos EUA
Patricia --
Last night, President Obama laid out his plan to defend our national interest by refocusing our efforts on three clear goals: defeating al Qaeda, stabilizing Pakistan, and breaking the Taliban's momentum in Afghanistan.
To achieve these goals, the President has authorized the rapid deployment of 30,000 more troops in Afghanistan, with a firm commitment to begin bringing our troops home in 2011.
It's a clean break from the failed Afghanistan policy of the Bush administration, and a new, focused strategy that can succeed.
Please take a moment to watch the President's address to the nation and read more about his plan.
Our new strategy ends the era of blank checks for Afghanistan's leaders, facilitates a responsible transition to Afghan security forces, and begins bringing our troops home in 2011.
Please take a moment to listen to President Obama outline his plan -- and pass this along to anyone you know who wants to learn more:
http://my.democrats.org/AfghanistanAddress
Thank you,
Vice President Joe Biden
Last night, President Obama laid out his plan to defend our national interest by refocusing our efforts on three clear goals: defeating al Qaeda, stabilizing Pakistan, and breaking the Taliban's momentum in Afghanistan.
To achieve these goals, the President has authorized the rapid deployment of 30,000 more troops in Afghanistan, with a firm commitment to begin bringing our troops home in 2011.
It's a clean break from the failed Afghanistan policy of the Bush administration, and a new, focused strategy that can succeed.
Please take a moment to watch the President's address to the nation and read more about his plan.
Our new strategy ends the era of blank checks for Afghanistan's leaders, facilitates a responsible transition to Afghan security forces, and begins bringing our troops home in 2011.
Please take a moment to listen to President Obama outline his plan -- and pass this along to anyone you know who wants to learn more:
http://my.democrats.org/AfghanistanAddress
Thank you,
Vice President Joe Biden
Sobre os Estados Unidos
Considero de exterma importância o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, utilizar a Internet para comunicar, manter, alavancar todas as decisões de seu Governo para o cidadão comum.
Na época de sua candidatura, eu me inscrevi no Partido Democratas dos Estados Unidos,para acompanhar de perto a trajetória do então Senador Obama para ocupar a cadeira mais cobiçada do mundo.
Os Democratas atualmente me entristecem, pois tem a sua vertente política aqui no Brasil, e estão dando um vexame atrás do outro em termos de corrupção e impunidade.
Recebo no meu e-mail as mensagens do Partido do Presidente Obama e como momento histórico e legado cultural se revela de grande importância postar tais comunicados no meu Blog.
Existe um pensamento lógico e coordenado atrás dessas leituras, pois eu sei que todas as decisões tomadas por esse país tão influente, tem repercussão para todos os outro países, inclusive o Brasil.
At the time of his candidacy, I signed up for Democratic Party of the United States to acompany closely the trajectory of the then Senator Obama to occupy the position most coveted in the world.
Democrats currently sadden me, because it has its political here in Brazil, and are giving an embarrassment after another in terms of corruption and impunity.
I get in my e-mail messages from the Party of President Obama and how certain historical and cultural heritage is of particular importance to post such notices in my Blog.
There is a logical and coordinated behind these readings, because I know that all decisions taken by that country as influential, have repercussions for all other countries, including Brazil.
Na época de sua candidatura, eu me inscrevi no Partido Democratas dos Estados Unidos,para acompanhar de perto a trajetória do então Senador Obama para ocupar a cadeira mais cobiçada do mundo.
Os Democratas atualmente me entristecem, pois tem a sua vertente política aqui no Brasil, e estão dando um vexame atrás do outro em termos de corrupção e impunidade.
Recebo no meu e-mail as mensagens do Partido do Presidente Obama e como momento histórico e legado cultural se revela de grande importância postar tais comunicados no meu Blog.
Existe um pensamento lógico e coordenado atrás dessas leituras, pois eu sei que todas as decisões tomadas por esse país tão influente, tem repercussão para todos os outro países, inclusive o Brasil.
Consider the importance of President of the United States, Barack Obama, use the Internet to communicate to leverage all the decisions of his government for the average citizen.
At the time of his candidacy, I signed up for Democratic Party of the United States to acompany closely the trajectory of the then Senator Obama to occupy the position most coveted in the world.
Democrats currently sadden me, because it has its political here in Brazil, and are giving an embarrassment after another in terms of corruption and impunity.
I get in my e-mail messages from the Party of President Obama and how certain historical and cultural heritage is of particular importance to post such notices in my Blog.
There is a logical and coordinated behind these readings, because I know that all decisions taken by that country as influential, have repercussions for all other countries, including Brazil.
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