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sábado, 30 de outubro de 2010

Patricia Rodrigues Ruiz

Criar seu atalho

Vai uma perninha de grilo aì?

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Estágios morais, fim de papo

“Pois quê? Julga tu coisa incrível que Deus ressuscite os mortos?” (Atos, 26,8)







Lendo a respeito da inquirição de Paulo, a quem antes perseguia os cristãos, me lembrei que para o ser humano, que não crê , que não manifesta nenhuma característica que o leve, a saber, que existem muitas coisas ocultas ao nosso entendimento, parei para pensar no último estágio de Kohlberg.

Aparentemente, não existem elos entre os estágios morais citados e a fé cristã.

Mas o estágio 5 é próprio de pessoas que vêem além do que preconiza as leis humanas, apegados a uma ética de princípios e valores universais que possa estar revendo a imposição de uma lei humana que não atenda a Justiça , imparcial e completa.

Exemplos de pessoas que apresentam esse estágio moral é Buda e Jesus Cristo.

Jesus, ao defender as mulheres e as crianças, e Buda a quem preciso estudar para chegar a essa mesma conclusão.

Comigo, tenho um principio de estágio 5, da democracia declarada e praticada e não apenas uma pseudo democracia.

Posso refletir também na pessoa de Obama, que até onde sei, é uma pessoa culta e merecedora do seu cargo, nas suas tentativas de fazer reformas na saúde pública dos Estados Unidos e concordando parcialmente com a descriminalização do aborto.

Aparentemente é um paradoxo.

Defender o direito a saúde as pessoas que não tem condições de pagar médicos e ser a favor do aborto.

Obama conhece a realidade americana. Deve saber em que condições irão nascer as crianças indesejadas, que para chegar a conviver com seus pais que o rejeitaram, melhor seria se estivessem mortas.

Visualizo Obama e Michele, advogada, como pessoas que se guiam ( um pouco) pelo estágio 5.

Mas o que tem a ver as preferências desse casal com a minha realidade brasileira, com a fé cristã, com a defesa do aborto, com a reforma da saúde pública?

Todas essas coisas estão intercaladas.

Pois se sabe a influência que o modelo americano  traz aos países latino-americanos.

E o que tudo isso tem a ver com a ressurreição?

Já que as pessoas ressuscitam, a lógica das suas encarnações é responsabilidade de suas mães e de todos que estão ao seu lado.

Nascer não é por acaso. Viver também não.

Ao negar o direito a vida, altera-se o plano sobrenatural que existe por trás disso, tornando-se cúmplice da negação da vida, a monstruosidade de ir contra um Bem maior que da nova chance as pessoas de assumirem as suas vidas e começar da estaca zero.

Voltar a estaca zero é estender o direito da saúde as pessoas desfavorecidas e defender a morte de fetos através de práticas monstruosas. São coisas que não combinam.

Por isso, refletir sobre a moral é antes de tudo, um imperativo categórico.







"For what? Judge thou thing incredible that God raises the dead "(Acts 26.8)






Reading about the hearing of Paul, who persecuted Christians before, I remembered that for humans, who does not believe that there is no obvious characteristic that light, namely that there are many things hidden from our understanding, I stopped to think in the last stage of Kohlberg.

Apparently, there are no links between the stages mentioned moral and Christian faith.

But the fifth stage is characteristic of people who see beyond what advocates humane laws, attached to an ethic of universal principles and values that may be reviewing the imposition of a human law that does not meet Justice, impartial and complete.

Examples of people who have this moral stage is Buddha and Jesus Christ.

Jesus, to protect women and children, and Buddha who need to study to reach that same conclusion.

Me, I'm a beginning of stage 5, the declared and practiced democracy and not just a pseudo democracy.

Can I also reflect on the person of Obama, which to my knowledge, is a cultured person and worthy of his office, in their attempts to reform the public health of the U.S. and partially agreeing with the decriminalization of abortion.

Apparently it's a paradox.

Defending the right to health that people can not afford to pay doctors and be pro-abortion.

Obama knows the reality of America. Should know under what conditions will be born unwanted children, that to get to live with his parents who rejected him, would be better if they were killed.

I view Obama and Michele, a lawyer, as people who are guided (a little) at stage 5.

But it has to do the preferences of this couple with my Brazilian reality, with the Christian faith, with the defense of abortion, with health care reform?

All these things are interspersed.

Because we know the influence that the European model brings to the Latin American countries.

And what does all this have to do with the resurrection?

Since people are raised, the logic of its incarnations is the responsibility of their mothers and all who are on your side.

Sunrise is not by chance. Living neither.

By denying the right to life, alters the supernatural plane that lies behind it, making it complicit in the denial of life, going against the enormity of a greater good chance that the new people take their lives and begin the zero.

Back to square one is to extend the right of health of disadvantaged persons and to defend the killing of fetuses through monstrous practices. These are things that do not match.

So think about the moral is, above all, a categorical imperative.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Desenvolvimento moral por Lawrence Kohlberg

Desenvolvimento moral por Lawrence Kholberg




Lawrence Khloberg, buscando referentes em Piaget, escreveu uma importante obra sobre o desenvolvimento moral da criança;

Tal obra se coaduna com o desenvolvimento moral do escolar.

Se pensarmos a educação sob essa ótica, muito temos a  avançar.

Segundo o autor, todos os seres humanos tem a capacidade de chegar a moralidade pós convencional.

Para isso, vou resumir brevemente a teoria do renomado autor:

Nível 1: Pré convencional: “Como eu posso evitar a punição?”

Essas pessoas que operam no nível pré convencional são heterônomas, resvalando as vezes para um comportamento anômico (de anomia, ausência total de regras) e depois se questionam sobre como vão evitar a punição vinda de seus atos que contrariaram os valores vigentes como normas naquela relação.

Outra subdivisão nesse estágio é o hedonismo instrumental: “O que eu ganho com isso?”.

Esse questionamento é para buscar mentalmente alguma recompensa que se terá ao obedecer a regra estabelecida.

È um estágio em que as pessoas buscam a obediência das regras para granjear benesses e ter garantido o seu prazer.



Nível 2:

O Nível 2 é o convencional, do bom moço ou boa moça.Obedece as regras porque se orienta pelo acordo pessoal e de conformidade.Orienta-se pela moralidade da lei e da ordem.



Nível 3:

O Nível 3 é o Pós Convencional, atende pelos princípios éticos universais.Sua orientação é o contrato social.São pessoas que abrem mão de certos interesses para manutenção da ordem social, para que a autoridade de um governante ou outros se sobressaía.



Os níveis de moralidade distribuídos em grupo sociais







O nível 1 e próprio de crianças , mas alguns adultos se orientam por esse nível de argumentação.

O juízo da moralidade se baseia em pensar as conseqüências diretas dos próprios atos.

Pessoas assim são egocêntricas.

Não internalizaram convencionalmente o certo ou errado, mas seu foco são as conseqüências externas que certas ações possam ter.

Referente aos estágios do nível 1, a criança obedece a regra para evitar a punição ou o castigo.

A ação é errada, do ponto de vista infantil, porque desencadeia a punição.

Quanto maior a punição, pior o ato.

Existe um tratamento diferenciado para pessoas adultas que ocupam posições de prestígio, ainda que transgrida as regras e que mereça ser punida pelas conseqüências nefastas dos seus atos.

No outro estágio estão as pessoas que promovem trocas, permitindo que as sanções sejam evitadas, pois houve uma troca de favores.

Essa troca de favores continua até que seja conveniente para a parte que opera nesse nível.

Quando ocorre a descentração, essa é mínima. O seu ponto de vista abrange os outros, desde que isso o favoreça.

O respeito pelos outros não está centrado na preocupação pelo outro, mas sim pelo principio de que “uma mão lava a outra”.

Todas as ações empreendidas são para garantir o bem estar e o interesse do próprio indivíduo.

Em se falando de construção de Identidade nacional, esse comportamento traduz o comportamento de alguns políticos que estão bem familiarizados com os descritores desse nível.

Os políticos efetuam trocas de favores e na corrupção vigente, regadas a muito dinheiro. Seus interesses estão centrados neles mesmos e não consideram a figura do desfavorecido economicamente, a não ser que seja época de eleição.



Pessoas que agem pelo Nível 2



Adolescentes e adultos agem pelo nível convencional. A sua moralidade está relacionada com as expectativas da sociedade e com as visões do mundo.

A obediência as regras não considera os fatores de normas para os construtos de ordem e organização.

Sua rigidez moral o orienta a obedecer, e não a questionar a validade e a legitimidade da regra.

Quando não obedecem a esses postulados, seu comportamento resvala para a anomia.



Pessoas que agem internalizando o nível 3

A “regra de ouro” é uma expressão chave para quem está nesse nível.È a ética da causa conseqüência. Sua orientação é agir de forma colaborativa para que as regras sejam obedecidas na manutenção de papéis sociais.





Pessoas do nível 4 e as suas motivações




A pessoa age na base da obediência as autoridades e ordem social. Seu objetivo é o de obedecer estritamente as regras sociais para manter o bem estar social do grupo e da sociedade.

A obrigatoriedade da manutenção da regra é o seu norte. Sua argumentação moral está além do estágio 3:a necessidade da aprovação individual.

A sociedade deve aprender a transcender as necessidades individuais.

Há a possibilidade de uma pessoa transgredir a regra, mas é necessário que as regras sejam respeitadas.

A maioria das pessoas se mantém no estágio quatro, onde a moralidade é predominantemente externa.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

A reconstrução da Identidade das famílias brasileiras no âmbito escolar sob o agir da Psicologia

Parte I

“Duas coisas me enchem o ânimo de admiração e respeito: o céu estrelado acima de mim e a lei moral que está em mim”.






Existiu e talvez ainda exista uma imagem preconcebida e preconceituosa em relação ao encaminhamento escolar de uma criança para a Psicologia.

As famílias, algumas delas, ainda relutam em admitir que os seus filhos e filhas precisem de uma orientação psicológica para que a sua aprendizagem não fique comprometida.

A barreira mais difícil para ser refletida e questionada é o procedimento dos professores quando encaminham seus alunos e alunas para o atendimento psicológico.

Os educadores podem refletir sobre isso, em uma dimensão que envolva o histórico da Psicologia, sua função, sua utilidade e a sua real eficácia para que ali haja a prevenção de comportamentos incompatíveis com o viver social ou a cura, e a preservação de valores morais e sociais sob a égide do Imperativo categórico de Kant(1787).

Em um exercício de multidisciplinariedade, gostaria de estabelecer as pontes que ligam a construção da Identidade nacional, da Metodologia de História com os saberes e as práticas da Psicologia dentro de um âmbito escolar, bem recortado que é a vivência e a convivência da sala de aula e as famílias atendidas.

Antes de esboçar tal realidade é necessário que se retome a construção da própria Psicologia para que haja o desmistificar dessa Ciência que tanto tem contribuído para um ambiente escolar saudável.

Também teci uma breve consideração sobre a regra e a sua importância, utilizando os pressupostos teóricos de Kholberg, sobre o Desenvolvimento moral e seus níveis, influenciado pelas idéias de Jean Piaget.

Pois a primeira pergunta que se faz quando se reflete sobre a reconstrução da Identidade da família brasileira em que se pese seus quadros construídos sob a ótica da desigualdade econômica, em lares marcados por esses indicadores desiguais é: O que é a regra social? Qual é a sua importância para a criança?Porque é necessário que famílias e equipe escolar retomem essa discussão?Quais são os objetivos desse construto?Como o agir do psicólogo pode interferir nessa temática?Como isso interfere na construção da Identidade da família brasileira?

São perguntas complexas que merecem atenção especial.

A minha intenção não é a de responder, mas sim, de multiplicar questionamentos sob um mesmo objeto que atende a importantes palavras chave: a família e a escola, sendo atendidas por profissionais da psicologia infantil.



Breve Histórico da Psicologia





Sabe-se que a Psicologia é uma ciência que estuda a mente humana, baseada em dados empíricos.

Sigmund Freud, autor da Psicanálise foi um dos importantes autores para que a Psicologia encontrasse um viés científico.

Foi o trabalho com as histéricas de Salpetriére, (1882) supervisionadas por Charcot que Freud construiu seus fundamentos sobre a Psicologia e que alavancou novos conceitos que viriam a ser de inestimável valor.

Etimologicamente o termo Psicologia é formado dos radicais: LOGUS refere-se a estudo ou discurso, e PSYCHE (figura mitológica grega) alma ou espírito. Segundo Platão, a psique (como é escrita atualmente) é a vida mental do ser humano. Unindo os radicais teremos o conceito central de Psicologia: “estudo da alma (ou da vida mental, segundo Platão) do ser humano”, termo cunhado por Philip Melanchthon (1497-1560) por volta de 1550, e popularizado por Christian Von Wolff (1679-1754).(Metring, 2010).

Portanto, a Psicologia não é para tratar “doentes mentais”, ou “retardados”, expressões que envolvem um cunho pejorativo, mas sim a de estudar, cientificamente, se desvencilhando da Psicologia do senso comum, (que é o construto informal do cotidiano sobre as formas de comportamento), as causas e as hipotéticas curas de um quadro mental infantil que está prejudicando a plenitude da sua aprendizagem.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Lhufas, lhufas e lhufas

A responsabilidade feminina e o juízo de valores
Aborto e promiscuidade





Quando eu fui para São Paulo, participar da nomeação dos PEB I, ocorreu um fato muito triste e traumático.
Fui a uma padaria, tomar um lanche, com os poucos tostões me restavam ao pagar a passagem cara para Sampa.

Nisso chegaram dois garotos, maltrapilhos, de pernas inacreditavelmente finas. Eles me pediram comida.

Dei metade do meu lanche para eles, que me disseram não ter comido há dias e devoraram vorazmente o pequeno pedaço de pão com carne que eu lhes cedi.

O estômago embrulhou na hora. Dei a eles a batata, o refrigerante e tudo o que me restara.

Isso não me torna uma samaritana. Nem quero passar por boa e caridosa mulher.

Sei que aquele pedaço de pão pouco significou. Aquelas crianças precisam de muito mais do que isso.

O dono da padaria ralhou comigo e enxotou os moleques.

Disse que não era para dar comida aquele tipo de gente, se não eles não sairiam dali e ele perderia a freguesia.

Foi um mau pressentimento que as coisas em São Paulo não iriam  dar certo. E não deram.

Ao ver tanta miséria, logo vem aquele pensamento burguês de algumas pessoas: cortem-lhe a cabeça, como diria a rainha má da Alice, ou cortem o mal pela raiz.

Aborte, porque para nascer com tanta miséria, é preferível não nascer.

E assim postula-se firmemente em implantar a descriminalização do aborto no Brasil.

Mas o Brasil não está preparado para isso.

O Estado não pode se comportar como um grande pai burguês dando Citotec para a sua filha desmiolada que transou a noite passada numa orgia e está com medo de ter engravidado e nem sabe qual é o pai caso tenha ficado grávida.

Aprovar a lei do aborto é fazer um reducionismo tão grande da espécie humana e promover uma carnificina enorme em terra brasilis.

Assim como o Bolsa esmola promoveu o aumento de famílias brasileiras, (Dexá eu faze as conta: 40 pro Miguelzinho, 40 pro Joãozinho, 40 pra Mariazinha e se eu tiver o Pedrinho é mais 40. O Joca nem percisa trabaiá.)

O aborto aprovado vai promover uma superpopulação de mulheres grávidas em leitos hospitalares, esperando que um médico que não obedece ao juramento de Hipócrates, introduza uma agulha em seu útero para furar o pé do feto, e injete  nele uma substância química, provocando uma homicídio contra um inocente.

Banaliza-se a vida, introduz-se o mal no mundo. É revoltante.

Os absolutos universais, no campo da moralidade não adiantam grande coisa, já que há o livre arbítrio, e cada ser age de acordo com a sua conveniência.

Como diz Helio Schwartman , na Folha de 14/10, ... “As dificuldades surgem quando a religião se torna a justificativa para posições inegociáveis. Ao pautar a política por uma lógica espiritual, que opera com conceitos como o de pecado, o discurso religioso introduz absolutos morais em questões que não podem ser tratadas de forma maniqueísta e dogmática ao negar a própria política.”

Politizar o aborto, ancorar a sua defesa em bases cientificistas ou negá-lo com bases criacionistas, é reduzi-lo a uma dimensão de lutas ideológicas cujo suporte seja a questão de Valores.

Lhufas para o feto e o seu direito a vida e lhufas para os princípios políticos alicerçados nos ideais democráticos, construções humanas do processo civilizatório. (Não precisa apelar para a idéia do pecado).

Não se aborta pelo direito a vida e como diz Pondé, o feto não é da mãe , o feto é dele mesmo e aborto , passado o filtro da auto consciência, é o homicídio do inocente que não pediu para ser gerado.

Cada um age por si e que cada um seja responsável pelos seus atos.

De forma grosseira, posso dizer as mulheres que se previnam ou que fechem as suas pernas, não engravidando de forma irresponsável e não cometendo a covardia de matar o que foi gerado.

Louvável os nossos políticos mostrando o seu ethos religoso, mas seria mais louvável se eles fossem éticos e não desdissessem o já dito para angariar votos.
Isso é HIPOCRISIA.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Carta a Dilma Roussef

Uma carta para Dilma






Povo educado é um povo feliz. É com essa frase que eu quero iniciar essa missiva, escrita no teclado de um computador.

Talvez não se deva dar a ela a importância que teve a carta de Pero Vaz de Caminha, avisando ao rei de Portugal sobre as condições climáticas e físicas que compunham o território brasileiro.(Pouca modéstia).

Mas, penso eu, é uma carta que vem do fruto desses arranjos da terra do El Rei com os amigos nativos que residiam por cá, que houve por bem chamá-los índios, eternizando a confusão que nosso descobridor cometeu, achando ter chegado as Índias. E também é um fruto que veio das carnes africanas, rijas e lustrosas das quais se arrancou a última gota de sangue e de suor.

Enfim, essa carta é de uma brasileira.

Brasileira que tem na sua arvore genealógica desconhecida influências territoriais e culturais que foram unidas pelo afeto da carne.

O que eu quero dizer a ti, primeira presidenta do Brasil é que cada povo merece o governante que tem.

E que o seu antecessor, Luis Inácio é fruto dessas conexões étnico raciais, do qual se fala nunca deu muita importância aos bancos escolares, preferindo aprender por si mesmo, as lindas e frutíferas lições que lhe ensinou a escola da vida, deixando um legado de prosperidade a cada brasileiro que crê na sua própria possibilidade e potencialidade.Lula se basta por si.

Precisamos de um governo que governe para as pessoas e não para os objetos e os construtos que elas fazem.

O sistema do capitalismo selvagem coisifica o homem e mulher, tirando deles a sua essência humana, negando-lhes a possibilidade de ter e de ser.

Esse governo não queremos mais.

E não adianta o Serra, Lobo Mau vestido de vovozinha, querer ser cordeirinho em pele de lobo, porque nós professores, sabemos as maldades que ele cometeu contra nós.

E talvez da estirpe dele seja o Paulo Renato (PSDB) que me demitiu alegando um abandono de cargo fictício, me deixando desempregada com quatro filhos para criar, morando em casa de aluguel.

Tudo isso porque eu me recusei a ir para São Paulo, deixando o meu querido interior, abandonando os meus filhos nascidos entregue a própria sorte e deixando o bebê que eu esperava sem pai.

Porque ninguém pode duvidar que os homens, pela sua volubilidade, logo arrumam outra, se a titular vai embora.

Como se vê, dificuldades de foro intimo me impediram de assumir a minha sala de aula, duramente conquistada, através de um concurso público, e fui cortada do quadro de Magistério Paulista, como se não fosse pessoa, muito menos mulher e bem menos mãe.

Eu não quero esse governo que governa para as coisas e nunca para as pessoas.

Não é dizer que os brasileiros precisam de um pai e de uma mãe, como diz o nosso amigo Lula.

Mas é quase isso. Nós precisamos de governantes amigos que entendam as nossas necessidades e que tenha a capacidade de dar uma banana para o Tio Sam, quando ele nos chamar de macacos.

Ter coragem de pagar a dívida externa, considerada impagável e de fazer pessoas como eu e como você ver a infinita beleza da alma humana, e resgatar as nossas potencialidades e transformá-las em coisas reais.

Ao fazer de você a primeira presidenta do Brasil, estou rompendo com o ranço da inferioridade social e moral da mulher brasileira.

E dando-lhe crédito.

Sim me preocupa a possibilidade do Roussef em sua alma sobressair acima da sua brasilidade.

Isso não é ofender a sua memória estrangeira, mas sim de enaltecê-la.

Não sei ao certo se é complexo de vira-latas, como diria Nelson Rodrigues, ou se é o encontro das culturas, as mais evoluídas triunfando ,existe esse modo do brasileiro de não honrar as suas origens, seu patrimônio histórico cultural e de entregar o ouro, assim, como os aborígenes, em troca de quinquilharias, darem aos colonizadores ouro puro e receber bijouterias.

Está na hora de sermos brasileiros.

Achei interessante uma revista (Caras ) abordar as raízes italianas da esposa de Lula, como se não bastasse a ele, Lula, filho do Brasil, ser como ele é e sendo como ele é, colocar o Brasil onde colocou.

Mais interessante ainda é a oposição dizer que Lula continuou um trabalho de FHC, dando a FHC os louros da vitória lulista.

Mas como diz Machado de Assis, ao vencedor, as batatas.

Essas batatas são do Lula. E ele está passando a você, meio assim, quentes.

Nós, brasileiros e brasileiras, acreditamos em você.
A questão da concepção se resolve com informação. Prevenir, não abortar.
Engraçado como o conceito de doença é pensado antes do conceito de saúde.Como o conceito do aborto é pensado antes do conceito da prevenção da gravidez não planejada.
Como planejaremos e porque.
Aborto é deseducação.








sábado, 9 de outubro de 2010

Assédio Moral

Assédio moral é ilegal e imoral




Fonte: APEOESP



Assédio moral no trabalho é a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas.Nelas predominam atitudes e condutas negativas, relações desumanas e sem ética, de um ou mais agressores (as) a um subordinado ou subordinada.

O objetivo é desestabilizar a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a sua organização.

Pode ser iniciada e manifestada por atos, palavras e gestos que venham a atentar contra a dignidade física, psíquica e a auto-estima das pessoas.

Todos aqueles que são vítimas de assédio moral devem resistir.

• Anotar todos os detalhes das humilhações sofridas: dia, mês, ano, hora, local, colegas que testemunharam conteúdo da conversa e o que mais achar necessário.

• Dar visibilidade, procurando a ajuda dos colegas, principalmente daqueles que testemunharam o fato ou que já  sofreram humilhações da pessoa que ofendeu.

• Organizar. O apoio é fundamental, dentro e fora da empresa.

• Evitar conversar, sem testemunhas com o agressor ou agressora.

• Exigir, por escrito, explicações do ato agressor e manter cópia da carta enviada ao DP ou ao RH, e da eventual resposta do agressor.

• Procurar o Sindicato e relatar o acontecido e outras instâncias, como o Departamento Jurídico.

• Recorrer a Centro de Referência em saúde do trabalhador e contar ao médico, a assistente social ou ao psicólogo da humilhação sofrida.

• Buscar apoio, não se isolar nunca, junto aos familiares, aos amigos e aos coelgas pois o afeto e a solidariedade são fundamentais para a recuperação da auto-estima, da dignidade e da cidadania.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

2º Turno: responsabilidade sobre questões de saúde pública

Cada pessoa tem o livre arbítrio de pensar o que quiser, se agir como bem entender, estando circunscritas aos regimentos legais.
Uma mãe grávida deve ter todo o cuidado e o carinho do mundo. Mas geralmente, isso não ocorre, principalmente em lares pobres.
Mas essa falta de assistência não deve deixar a mulher tão a vontade que possa interromper a vida do feto a qualquer momento e inflingir a ele grande dor e sentimento de rejeição.
Tais considerações tem o foco político da decisão em votar no segundo turno.
A opinião dessa mulher que está aí nesse vídeo tem um peso muito maior do que a minha ou a sua.
Essa pessoa pretende ser presidente do Brasil.
Pense no que você vai fazer com o seu voto no segundo turno. Quem não poupa os inocentes e indefesos poupará os brasileiros pobres, pretos, brancos, ricos ou qualquer brasileiro ou brasileira?
Em tempo: ela acabou de participar do batizado do seu neto.
Tinha esquecido que nenezinho não vota, por isso ela só pensa nas mulheres. Mulheres significam votos.