A vida como ela é: Quanto mais religioso, mais pobre tende a ser um país
pobre, religião, religioso, pastor
Esse blog destina-se a reflexão e ao cotidiano desse mistério que é a vida em suas diversas faces e aspectos, com elementos de Educação e até mesmo de pesquisas sobre temas relevantes a propriétária do Blog. http://meuplugedu.plugedu.com/forum/comment/showDeleted?topicId=6080806:Topic:6840
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Debates
Um muro que me separa das minhas aspirações
Essa fala é do candidato do PSOL no último debate intermediado por William Bonner.
É uma fala pontual.
Nem mesmo a Marina Silva conseguiu dimensionar com seu discurso, a vala que nos separa dos nossos direitos legítimos pelo muro segregacionista.
Plínio também acertou ao falar que os outros candidatos representam a hegemonia política e capitalista.
Nesse modelo há pontos convergentes e divergentes.
Quando Marina fala que é um momento histórico por ter a possibilidade de ter duas mulheres disputando o segundo turno, ela não se refere a abrangência que direitos também dizem respeito as injustiças sociais de classe e não apenas de corpo social.
Não existe vantagem se o cargo da Presidência representar o poder feminino, se elas as mulheres, não estiverem compromissadas com a diminuição da desigualdade social, imensa e absurda.
Não haverá vantagem se uma das mulheres for uma marionete nas mãos de um aspirante a Ditador, que deve ser encarado como tal se formos observá-lo pela sua postura.
Não haverá vantagem se uma das mulheres for vítima do desrespeito da Identidade cristalizada que sempre associou uma figura parda ou morena ou preta, a cargos menores e braçais.
Outro dia, em um programa humorístico uma das mulheres foi identificada como uma serviçal doméstica: Vote em sua faxineira.
E tudo isso é preocupante, a medida que um candidato se vale das bolsas esmolas que o governo garante para a sobrevida de milhares de brasileiros e de brasileiras para ser carro chefe propagandístico de sua campanha.
Esse dinheiro é importante, reconheço. Mas é mais importante fornecer ao pobre uma educação de qualidade para que ele possa pescar o peixe, e não ganhar de esmola.
Pois se a renda for distribuída, assim, uma pequena quantia mensal para calar a boca dos famintos e um salário altíssimo para políticos que usam o dinheiro público para suas viagens e benesses tem um retrato de um Brasil triste, colonizado pelos piores homens e mulheres deportados para cá.
Marina é professora de História. Ela conhece essa pobreza bem mais do que eu.
Relaciono esse momento histórico a algumas definições legislativas do Plano de Carreira do município de Assis, que será aprovado, pois é a nossa última chance de termos um plano a nos beneficiar ou a nos danar.
Cargos de confiança para supervisores, diretores e coordenadores. Ponto. Não há mais provas e títulos.
Professores que não ampliam jornada trabalham mais para ganhar um terço a mais, por quarenta horas prestadas.
Uma diferença mínima no salário, e fica tudo igual, pois com essa alta, o cartão alimentação será tirado.
Na linguagem popular, são duzentos e poucos a mais em um salário defasado.
Mensurar a capacidade da professora e do professor. Defini-lo com não tendo perfil pedagógico. Tirar a sua sala de aula.
Pois no final, quem vai ganhar a promoção salarial por mérito e garantir a sua vaga, são os queridinhos dos que ocupam cargos de confiança.
E pessoas questionadoras, perplexas em face de uma realidade horrível, vão catar coquinhos ou vender balas no sinal.
Quem não puxa o saco, está fora.
Absurdos.
Grosso modo, é o que está por trás dessas mudanças.
Plínio tem razão.
Essa fala é do candidato do PSOL no último debate intermediado por William Bonner.
É uma fala pontual.
Nem mesmo a Marina Silva conseguiu dimensionar com seu discurso, a vala que nos separa dos nossos direitos legítimos pelo muro segregacionista.
Plínio também acertou ao falar que os outros candidatos representam a hegemonia política e capitalista.
Nesse modelo há pontos convergentes e divergentes.
Quando Marina fala que é um momento histórico por ter a possibilidade de ter duas mulheres disputando o segundo turno, ela não se refere a abrangência que direitos também dizem respeito as injustiças sociais de classe e não apenas de corpo social.
Não existe vantagem se o cargo da Presidência representar o poder feminino, se elas as mulheres, não estiverem compromissadas com a diminuição da desigualdade social, imensa e absurda.
Não haverá vantagem se uma das mulheres for uma marionete nas mãos de um aspirante a Ditador, que deve ser encarado como tal se formos observá-lo pela sua postura.
Não haverá vantagem se uma das mulheres for vítima do desrespeito da Identidade cristalizada que sempre associou uma figura parda ou morena ou preta, a cargos menores e braçais.
Outro dia, em um programa humorístico uma das mulheres foi identificada como uma serviçal doméstica: Vote em sua faxineira.
E tudo isso é preocupante, a medida que um candidato se vale das bolsas esmolas que o governo garante para a sobrevida de milhares de brasileiros e de brasileiras para ser carro chefe propagandístico de sua campanha.
Esse dinheiro é importante, reconheço. Mas é mais importante fornecer ao pobre uma educação de qualidade para que ele possa pescar o peixe, e não ganhar de esmola.
Pois se a renda for distribuída, assim, uma pequena quantia mensal para calar a boca dos famintos e um salário altíssimo para políticos que usam o dinheiro público para suas viagens e benesses tem um retrato de um Brasil triste, colonizado pelos piores homens e mulheres deportados para cá.
Marina é professora de História. Ela conhece essa pobreza bem mais do que eu.
Relaciono esse momento histórico a algumas definições legislativas do Plano de Carreira do município de Assis, que será aprovado, pois é a nossa última chance de termos um plano a nos beneficiar ou a nos danar.
Cargos de confiança para supervisores, diretores e coordenadores. Ponto. Não há mais provas e títulos.
Professores que não ampliam jornada trabalham mais para ganhar um terço a mais, por quarenta horas prestadas.
Uma diferença mínima no salário, e fica tudo igual, pois com essa alta, o cartão alimentação será tirado.
Na linguagem popular, são duzentos e poucos a mais em um salário defasado.
Mensurar a capacidade da professora e do professor. Defini-lo com não tendo perfil pedagógico. Tirar a sua sala de aula.
Pois no final, quem vai ganhar a promoção salarial por mérito e garantir a sua vaga, são os queridinhos dos que ocupam cargos de confiança.
E pessoas questionadoras, perplexas em face de uma realidade horrível, vão catar coquinhos ou vender balas no sinal.
Quem não puxa o saco, está fora.
Absurdos.
Grosso modo, é o que está por trás dessas mudanças.
Plínio tem razão.
Contra o aborto
A nossa concepção é recheada de mistérios físicos e espirituais que a Ciência moderna não consegue explicar.
A exatidão da estrutura das células, a vida se fazendo num milagre. Ininterrupto.
E depois, a impiedade daquele que não respeita a vida, que acha que um amontoado de células não traduz vida e que pode ser descartado, jogado no lixo ou usado em pesquisas científicas e inclusive participar de cosméticos para perpetuar a beleza e retardar o envelhecimento.
Monstruosidades de laboratório e o homem brincando de ser Deus.
Eu percebo que a matéria que faz o nosso corpo não é maior do que a essência que nos anima.
Essa sim, eterna, fluida, diáfana.
Mas o nosso corpo,contendo inúmeras estruturas que a natureza leva nove meses para tecer, sob a mão sábia de Deus, deve ser preservado.
Abortar uma criança é ir contra todas as construções morais de valores universais tidos como bons.
É também ir contra o princípio da vida, banalizar o mal, instituir a barbárie.
Quem é a favor do aborto não pode ser assim meramente porque há um princípio de liberdade democrática.
Quem é a favor do aborto deve se lembrar que a criação da qual faz parte é um mistério bem maior do que as nossas próprias concepções.
Respeite a vida. Não aborte.
A exatidão da estrutura das células, a vida se fazendo num milagre. Ininterrupto.
E depois, a impiedade daquele que não respeita a vida, que acha que um amontoado de células não traduz vida e que pode ser descartado, jogado no lixo ou usado em pesquisas científicas e inclusive participar de cosméticos para perpetuar a beleza e retardar o envelhecimento.
Monstruosidades de laboratório e o homem brincando de ser Deus.
Eu percebo que a matéria que faz o nosso corpo não é maior do que a essência que nos anima.
Essa sim, eterna, fluida, diáfana.
Mas o nosso corpo,contendo inúmeras estruturas que a natureza leva nove meses para tecer, sob a mão sábia de Deus, deve ser preservado.
Abortar uma criança é ir contra todas as construções morais de valores universais tidos como bons.
É também ir contra o princípio da vida, banalizar o mal, instituir a barbárie.
Quem é a favor do aborto não pode ser assim meramente porque há um princípio de liberdade democrática.
Quem é a favor do aborto deve se lembrar que a criação da qual faz parte é um mistério bem maior do que as nossas próprias concepções.
Respeite a vida. Não aborte.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Quanto mais religioso, mais pobre tende a ser um país
Onde coloco a minha fé?
Quanto mais religioso, mais pobre tende a ser um país. Essa frase de efeito inicia uma reportagem da Folha, hoje, dia 27/09.
Ao ler todos os detalhes e concordar com eles, me pergunto aonde eu ponho a minha Fé.
Fé é coisa particular, de intimidade com Deus, diria alguém.
Outro dia, fui a uma Igreja Evangélica, acompanhar minha cria que está totalmente envolvida nos mistérios da Fé da Igreja e o pastor iniciou o culto assim: “Hoje, na verdade, eu nem queria vir para a Igreja. Ficar em casa com a minha família, curtindo a minha casa, para mim seria um negócio melhor.”
E ele não continuou dizendo que teve uma inspiração sobrenatural que o motivou a ir aquela Igreja, pregar para almas desassistidas dos valores da sociedade de consumo, do qual faz parte.
Ele apenas falou algo que eu interpretei que ele é um instrumento e não pode se dar ao luxo de fazer suas escolhas.
Instrumento de que? De sua fé, de seu salário, de Deus ou das ambições da Igreja?
Da coisificação do sujeito?
E fiquei mais preocupada ainda com a minha cria.
Porque religião, espírito religioso é tão letal quanto um copo de cianureto.
Não quero falar mal de nenhuma igreja, mas a ideologia maldita da classe social e da cor da pele do sujeito viceja até dentro das igrejas e principalmente.
Sabe aquele cara bem sucedido, que tem um carro e se veste bem e que contribui financeiramente para a igreja?
Ele até é recebido melhor na igreja do que aquele senhor humilde, de pele escura que vive desempregado, pois não tem qualificação profissional, nem aprovação social para granjear um emprego que lhe renda a casa e o carro do ano.
Comovo-me com os salamaleques que os obreiros da Fé fazem a essas pessoas.
E me indago o que esses que detém maior capital estão fazendo dentro de um templo religioso.
Será que não perceberam que espírito ganancioso e religião não combinam?
Não foi á toa que Jesus disse que é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus.
E recebi a resposta do início do texto: Coloco a minha fé onde sempre esteve: dentro do coração.
Do meu coração que é consolado por Jesus, que me ajuda nos momentos difíceis, e não a contamino com as coisas do mundo.
Mas concordo que as religiões fatalistas, que pregam a pobreza e o desapego aos bens materiais geram pobreza e alienação, diminuem o acesso aos bens materiais do sujeito que se dispõe a segui-la.
E ainda ficam com boa parte da grana das pessoas humildes. Tem gente que deixa de pagar os seus compromissos para dar dinheiro a igreja.
Precisamos da Fé. Segundo alguns criacionistas, o sentimento religioso surgiu nos primórdios do mundo, e foi uma resposta inteligente do aparelho orgânico humano para vencer as adversidades que a própria natureza lhe impõe.
Ter fé, acreditar em um ser superior, é importante.
O que não é importante e nem necessário é a construção ideológica que alguns sujeitos fizeram do elemento religioso.
E isso também é bem práxico.
A práxis, a ideologia, a carência.Que nos tornam humanos, demasiados humanos, a ponto de precisarmos de Deus, ou mais especificamente de Jesus.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
As mulheres e seus embates
Marina Silva, a Candidata a Presidente da Reública que fundamenta a sua Campanha, com os seus valores e as suas preocupações sobre o social tem,no You Tube, essa tentativa feminina de superação... Vale a pena assistir
domingo, 12 de setembro de 2010
Altas Horas e a questão de Gêneros
Altas Horas e a questão de Gênero
O último programa de Serginho Groisman estava uma delícia.
O tudo de bom do Bruno Gagliasso, a maravilhosa Sônia Braga, o fofo do Luan, o impagável Charlie Brown;
Só fiquei triste por uma coisa: um livro, chamado “O irã por trás do chador”, escrito por duas mulheres e apenas uma delas estava no palco.
A outra, escritora, Professora, Historiadora, Doutora estava na platéia, espremida entre os participantes.
Percebia-se em seu rosto um descontentamento por ter não ter sido dada a palavra a ela, para comentar sobre o bonito trabalho que tinha feito com a amiga.
Infantilizada, estava a beira das lágrimas.
Porque essa expressão: infantilizada?
Porque infância, crédito merecido a Gilza Garms, ela também, Professora Doutora da UNESP de Presidente Prudente (que nos ensinou isso), quer dizer sem fala, ou seja, a etimologia da palavra infância quer dizer sem fala.
Porque quando quiseram me infantilizar, “Patrícia, cuidado com o que você fala”, eu não obedeci e paguei certo preço.
Tudo uma questão de Gênero e eu abro espaço para que a minhas descendência e as minhas filhas da Educação possam assumir a sua fala, terem coragem para dizê-la e serem respeitadas por isso.
Por isso, quero criar a coluna in e out para a rede Globo de televisão:
In
1. Discutir questões de gênero e homofobia em suas novelas e em seus programas de auditório;
2. Dar a Glória Maria apaixonada declarada por Pedro Bial, uma segunda chance no Globo Repórter, depois da declaração impensada da mesma na época que apresentava a Revista Eletrônica Fantástico.
3. Colocar na pauta do dia os assuntos espiritualistas, sem perder o foco do respeito a outras religiões;
4. Brindar-nos com a presença materna e amável de Fernanda Montenegro, em uma novela das oito.
Out
1. Permitir uma escalação de elenco de fotonovela onde só tenham brancos de olhos claros, como se aqui fosse a Europa.
2. Utilizar as minhas idéias e a minha memória histórica para produzir obras e não me dar nem um centavo por isso; (Nem vou exigir direitos, pois se fizer isso, dirão que sou uma louca de camisa de força);
3. Não assumir-se como Empresa televisiva que tem uma escaramuça com Edir Macedo, por ter se apropriado indevidamente do terreno onde estão as suas instalações e resolver as suas pendengas na Justiça, ao invés de ficar atacando o nobre Edil, segundo a declaração do mesmo).
4. Não deixar claro para os seus clientes que a relação da TV Globo com o povo brasileiro é meramente uma relação comercial e que não vale ficar viajando na maionese, (bordão Global) das suas telenovelas, atual pão e circo da plebe rude.
5. (Em tempo: são escaramuças e conjecturas, meras hipóteses de uma escrava da plebe rude , que não ousa desafiar o Grande Irmão e que precisa continuar comprando o leite dos filhinhos.Minhas sinceras condolências).
6. Iluminatis a parte, y Love TV Globo.
O último programa de Serginho Groisman estava uma delícia.
O tudo de bom do Bruno Gagliasso, a maravilhosa Sônia Braga, o fofo do Luan, o impagável Charlie Brown;
Só fiquei triste por uma coisa: um livro, chamado “O irã por trás do chador”, escrito por duas mulheres e apenas uma delas estava no palco.
A outra, escritora, Professora, Historiadora, Doutora estava na platéia, espremida entre os participantes.
Percebia-se em seu rosto um descontentamento por ter não ter sido dada a palavra a ela, para comentar sobre o bonito trabalho que tinha feito com a amiga.
Infantilizada, estava a beira das lágrimas.
Porque essa expressão: infantilizada?
Porque infância, crédito merecido a Gilza Garms, ela também, Professora Doutora da UNESP de Presidente Prudente (que nos ensinou isso), quer dizer sem fala, ou seja, a etimologia da palavra infância quer dizer sem fala.
Porque quando quiseram me infantilizar, “Patrícia, cuidado com o que você fala”, eu não obedeci e paguei certo preço.
Tudo uma questão de Gênero e eu abro espaço para que a minhas descendência e as minhas filhas da Educação possam assumir a sua fala, terem coragem para dizê-la e serem respeitadas por isso.
Peço as mulheres professoras desse Brasil varonil que se atrevam a SEREM, pois só se vive uma vez e la vida é finita...
Por isso, quero criar a coluna in e out para a rede Globo de televisão:
In
1. Discutir questões de gênero e homofobia em suas novelas e em seus programas de auditório;
2. Dar a Glória Maria apaixonada declarada por Pedro Bial, uma segunda chance no Globo Repórter, depois da declaração impensada da mesma na época que apresentava a Revista Eletrônica Fantástico.
3. Colocar na pauta do dia os assuntos espiritualistas, sem perder o foco do respeito a outras religiões;
4. Brindar-nos com a presença materna e amável de Fernanda Montenegro, em uma novela das oito.
Out
1. Permitir uma escalação de elenco de fotonovela onde só tenham brancos de olhos claros, como se aqui fosse a Europa.
2. Utilizar as minhas idéias e a minha memória histórica para produzir obras e não me dar nem um centavo por isso; (Nem vou exigir direitos, pois se fizer isso, dirão que sou uma louca de camisa de força);
3. Não assumir-se como Empresa televisiva que tem uma escaramuça com Edir Macedo, por ter se apropriado indevidamente do terreno onde estão as suas instalações e resolver as suas pendengas na Justiça, ao invés de ficar atacando o nobre Edil, segundo a declaração do mesmo).
4. Não deixar claro para os seus clientes que a relação da TV Globo com o povo brasileiro é meramente uma relação comercial e que não vale ficar viajando na maionese, (bordão Global) das suas telenovelas, atual pão e circo da plebe rude.
5. (Em tempo: são escaramuças e conjecturas, meras hipóteses de uma escrava da plebe rude , que não ousa desafiar o Grande Irmão e que precisa continuar comprando o leite dos filhinhos.Minhas sinceras condolências).
6. Iluminatis a parte, y Love TV Globo.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
O ato de dirigir e a metacognição
Dirigir engloba várias atividades psico sociais das quais muitas vezes não nos damos conta.
Em um processo metacognitivo, ao dirigir um carro, é importante que o indivíduo se perceba realizando atividades cognitivas e que possa, além de fazê-la avaliá-las.
A metacognição é a capacidade do indivíduo em monitorar e auto regular seus processos cognitivos.
Lidamos assim com duas hierarquias: nível meta e nível objeto.
O nível meta tem o poder de modificar o nível objeto a partir das informações obtidas neste.
Essa é uma marca de evolução humana da qual devemos nos orgulhar.
Não existe outra definição: é a conquista evolutiva para se adaptar e dominar as adversidades do ambiente.
Uma avaliação psicométrica tem o intuito de avaliar a metacognição individual.
A História de vida do indivíduo tem tudo a ver com as suas possibilidades de conquista, ficando a cargo da sua metacognição o sucesso no seu objetivo.
Não podemos nos dar o luxo de errar persistentemente, já que o nosso erro consistente é a causa do nosso atraso perante o outro.
Por baixo de todos os valores universais tidos como bons, devemos nos lembrar que o que valida a construção das conquistas sociais é a teoria evolutiva de Darwin.
O contraponto dessa tendência são os valores religiosos que , muitas vezes, são máscaras a serviço de uma verve piedosa.
Três pilares para essa hierarquia da metacognição:
A ancoragem básica das suas próprias cognições;
Monitoramento (dar-se conta da sua capacidade);
A regulação ( o modelo explicativo e adaptável a situação);
Em um processo metacognitivo, ao dirigir um carro, é importante que o indivíduo se perceba realizando atividades cognitivas e que possa, além de fazê-la avaliá-las.
A metacognição é a capacidade do indivíduo em monitorar e auto regular seus processos cognitivos.
Lidamos assim com duas hierarquias: nível meta e nível objeto.
O nível meta tem o poder de modificar o nível objeto a partir das informações obtidas neste.
Essa é uma marca de evolução humana da qual devemos nos orgulhar.
Não existe outra definição: é a conquista evolutiva para se adaptar e dominar as adversidades do ambiente.
Uma avaliação psicométrica tem o intuito de avaliar a metacognição individual.
A História de vida do indivíduo tem tudo a ver com as suas possibilidades de conquista, ficando a cargo da sua metacognição o sucesso no seu objetivo.
Não podemos nos dar o luxo de errar persistentemente, já que o nosso erro consistente é a causa do nosso atraso perante o outro.
Por baixo de todos os valores universais tidos como bons, devemos nos lembrar que o que valida a construção das conquistas sociais é a teoria evolutiva de Darwin.
O contraponto dessa tendência são os valores religiosos que , muitas vezes, são máscaras a serviço de uma verve piedosa.
Três pilares para essa hierarquia da metacognição:
A ancoragem básica das suas próprias cognições;
Monitoramento (dar-se conta da sua capacidade);
A regulação ( o modelo explicativo e adaptável a situação);
A memória e a matéria
A memória e a matéria
Vermezinho de Jacó, essa passagem bíblica me impressiona e redimensiona a minha insignificância.
Grandiosa posso ser e realizar coisas que emocionam e comovem.Mas a minha essência material é pó de terra.
Mas a memória, ah, essa tem uma relevância incrível.
Não sabemos muita coisa sobre ela. Nem sabemos utilizar os outros 75% de nosso cérebro.(??).
O cérebro feito de matéria contendo uma coisa intangível como a memória.
E o poder de viajar no tempo e resgatar coisas antigas e ser novamente aquilo eu já fui, está nas mãos de um psicólogo que pode fazer regressão a vidas passadas para resgatar o espírito abatido por uma janela killer, como bem diz o abençoado Augusto Cury.
Ou não?
Eu posso fazer isso, desde que tenha a fé de uma criança.
Não posso duvidar de mim mesma se eu não tenho medo de enlouquecer ao permitir que as memórias ancestrais me visitem.
Esse método tem mais eficácia do que depender de outra pessoa que está ligada aos protocolos.
Psicólogos têm sua utilidade e ontem descobri que eu não tenho medo fóbico de dirigir, já que não há sintomas elencados em mim.
Talvez eu tenha uma grande preguiça e o meu motorista particular que também é o meu marido.
Claro não sou nenhuma Whitney Houston.
Quando a água bater na bunda...
Pegando o fio da meada, enquanto vida tiver tenho dois objetos de estudo muito grandiosos para ocupar o meu cérebro indisciplinado: a matéria e a memória.
Talvez esse abençoado blog tome um fio condutor e siga essa linha.
Que falta me faz ser uma pessoa séria, ligada aos protocolos.
Não posso fazer nada, pois eu tenho a alegria de uma criança.
Isso me infantiliza?
Mas em outras postagens tentarei fazer um estudo sério sobre a matéria e a memória.
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